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Meu Bebê, Minha Batalha

Capítulo 3 

Palavras: 566    |    Lançado em: 09/07/2025

ante horas,

u de laranja e rosa. Tiago acordou e

serviço. O lugar es

do carro. As suas pequenas mãos agarraram o meu ded

tinha-o arrancado da

uma cama de hospital, p

ha feito a

guardava para emergências. Havia dezenas de c

ca pessoa que talvez me pudess

desde que me casei com o P

smo," disse-me ela um

deu ao seg

passa? O Pedro ligo

rou. "Clara, eu

Sofia, o nascimento do Tiago, o

silêncio do out

untou ela finalmen

ome da área

o saias daí.

carro de Clara pa

im, depois para o Tiago

avisei-te". Apen

abei a

fagar-me as costas. "Vais ficar

a na costa, a duas horas de d

edor, cheio de livros e plantas

m quarto para mi

eu, enquanto observava o Tiago

so e egoísta. Mas ele não sabe que

pré-pago tocou. Era um número d

e controlada. "Acabou a brincadeira.

uma ferrame

fia! Como te atreves a fazer-l

proteger o

a mãe horrível!

ritar. "Diz-lhe que vamos chamar a

voltar. Ou então, vais lidar com a polícia. E acredita

desl

para o telemó

u no quarto

i, incapa

mão e retirou o cartão SIM. Part

rar. Vamos arranjar um

depois para o me

a isso que eu

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Meu Bebê, Minha Batalha
Meu Bebê, Minha Batalha
“O médico entregou o relatório: "Parabéns, Sra. Alves, 99.9% de compatibilidade." Meu coração gelou. Minha filha, Sofia, está morrendo de leucemia. A única esperança, disseram os médicos, era ter outro filho como doador. E agora, meu recém-nascido, Tiago, de apenas um mês, era a "solução". Meu marido Pedro e minha sogra Elvira viam-no como uma ferramenta, um "saco de peças sobresselentes". Implorei a Pedro para esperar, para procurar outras opções. A cirurgia era perigosa para um bebé tão pequeno. Mas ele lançou-me um olhar gélido: "Não foi para isso que o tivemos?" Fui acusada de egoísmo. De querer ver minha própria filha morrer. Para eles, Tiago não tinha nome, era apenas "a solução". Minha casa tornou-se um campo de batalha, eu era apenas um obstáculo no "plano divino" deles. Naquela noite, olhei para meu filho. Tão pequeno, tão indefeso. Eles iriam submetê-lo a uma cirurgia dolorosa, sem a menor consideração pela sua vida. Enquanto as lágrimas escorriam, uma angústia me suffocava. Ele era meu filho, não um objeto. Como podia a família que deveria proteger os seus filhos, estar disposta a sacrificar um para salvar o outro? Acusaram-me de ser uma mãe horrível, a ponto de Pedro ameaçar acionar a polícia e tirar meus filhos. Mas eu não podia. Não podia deixá-los fazer isso. Peguei Tiago e fugi, num ato desesperado para proteger o meu bebé. Encontrei refúgio na casa da minha irmã, Clara, a única pessoa em quem podia confiar. Mas sabia que Pedro não desistiria. Ele era implacável na sua missão, determinado a arrancar a medula do nosso filho. Eu tinha que lutar. Por Tiago. Pela minha própria sanidade. Mesmo que essa luta significasse destruir a imagem da minha família e enfrentar o homem que jurei amar. Será que conseguiria encontrar uma alternativa antes que fosse tarde demais? Ou seria forçada a sacrificar um dos meus filhos?”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10