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Legado de Amor e Luta

Capítulo 4 

Palavras: 966    |    Lançado em: 09/07/2025

o no corredor vazio, meu celular na mão como se fosse uma linha de vida. Tentei ligar para alguns amigos da família, contatos antigos do meu pai, qualquer um que pudesse ajudar

erida, pro

agem de fazer isso

completame

va mensagem. Era do Sr. Almeida. Meu

NUNCA MAIS ME LIGUE

do ódio. Fiquei olhando para a tela, sem entende

agem chegou. Um áudio. Cliquei para ouvir,

há horas! Disse que você tem um histórico de inventar doenças e acidentes para conseguir dinheiro e atenção! Disse que eu estava sendo vítima de um

silêncio que se segu

alharam boatos online, eles foram atrás do doador diretam

notificação do grupo de

do grupo por violar as regras da comu

al de comunicação, minha úl

ndo no chão frio do hospital. Apoiando a cabeça nos joelhos, deixei que um soluço seco escapasse. Eu estava isolada. Derrotada. Mi

nte. Com esforço, estiquei o braço e o pe

cardo

mas não consegui

teimosa. "Eu sei que você está chateada, mas isso que você está fazendo é inaceitável.

ussurro rouco. "Você é um mé

Um arranhão na testa e alguns hematomas. Ela está em um quarto de observação, dormindo tranquilamente. Pedro e Clara estão vindo para cá ass

mentindo; ele estava construindo uma realidade al

imas finalmente escorrendo pelo meu ro

longe demais. Estou fazendo isso para o

desl

, o som das suas palavras ecoando na

minha vida. Lembrei-me de quando Clara chegou em nossa casa, uma menina magra e assustada que minha mãe acolheu

scola, Clara ficava "doente" de repente, roubando toda a atenção. Pedro, que sempre foi superprotetor, caiu na armadil

que Clara queria que ela visse: uma órfã frágil que precisava de amor extra. Ela me pedia para se

azia parte. Pedro e Clara. Sempre juntos, sussurrando, rindo

o uma força nova dentro de mim. Não era mais apenas sobre salvar minha mãe. Era sobre reivindi

a perder.

ostas da mão. Minha expressão endureceu. Se o mundo

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Legado de Amor e Luta
Legado de Amor e Luta
“A escuridão era fria, um vazio que me engolia, e a última coisa que senti foi a dor aguda no meu peito, não do impacto, mas da traição do meu irmão, Pedro, e da minha irmã Clara. "A culpa é toda sua, Sofia. Se você não tivesse sido tão egoísta, Clara não teria tentado se matar." A voz venenosa de Pedro ecoava, enquanto Clara, que supostamente havia se jogado no rio, sorria vitoriosa. "Irmão, não seja tão duro com ela. Ela vai pagar por tudo que fez." Eles me empurraram para a estrada, na frente de um caminhão em alta velocidade. Fui morta, culpada pelo falso suicídio de Clara, um plano para roubar a herança da nossa mãe e controlar a empresa. De repente, um grito agudo me puxou daquele pesadelo. Abri os olhos. O suor frio escorria. Eu estava no meu quarto de adolescente. O celular na mesa de cabeceira mostrava: 15 de março. Meu corpo inteiro gelou. 15 de março. O dia do acidente de carro da minha mãe. O dia em que tudo começou a desmoronar na minha vida passada. O telefone tocou. Eu conhecia aquela ligação. Na vida anterior, atendi, paralisada, e soube do acidente grave da minha mãe. Pedro nunca veio. Estava ocupado demais comemorando o aniversário de Clara. Desta vez, não. Não haveria pânico. Não haveria lágrimas inúteis. Recusei a chamada. O ícone vermelho na tela. Levantei da cama em um pulo, minhas pernas firmes. Peguei as chaves do carro e a bolsa. Minha única confiança era em mim mesma. Corri para fora de casa. Eu sabia exatamente onde o acidente aconteceria, na curva perigosa da estrada costeira. Chega. Pisei no acelerador. Eu ia salvar minha mãe. Eu ia proteger o que era nosso. Eu ia fazê-los pagar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10