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Legado de Amor e Luta

Capítulo 3 

Palavras: 931    |    Lançado em: 09/07/2025

al, um som tão frio e final quanto o desprezo na voz de Pedro. Senti um nó na garga

z vermelha da sala de cirurgia. Minha mãe estava lá dentro, lutando pela vida, enquanto as pe

to, esperando outra ligação de Pedro ou Clara. Mas n

sagem p

. Eu sou O negativo. Estou um pouco longe, mas p

quejaram. Tive que me segurar na cadeira para não cair. Esperan

sposta com os

todos os seus custos de transporte. Muito, m

completa que eu dava desde que cheguei ao hospital. Uma ho

az duro

tificações do grupo principal, uma atrás da

va sendo inundada de

CUIDADO!

eles está bem, em casa. Essa Sofia está inventando tudo para

doar. Que absurdo usar uma

legenda dizia: "Comemorando o aniversário do meu anjo, Clara. Infelizmente, algumas pessoas tentam estragar nossa felicidade c

de comentários de apoio

entral. Ele é amigo da família. Ele confirmou que a Sra. Mendes não está em estado grave. Ela sofreu um acidente leve, já foi medicada e está em observação, mas não prec

ar sua licença e a vida de uma paciente por lealdade ao amigo. Na minha vida passa

não estavam apenas me abandonando; eles estavam ati

ou contra mim

tiro

veria se

ent

a a caminho, o Sr. Almeida... ele provavel

pulsionando, comecei

mão! Eles estão conspirando contra mim! Minha

ma da porta, onde se lia "SALA DE CIR

smo! O nome da minha mãe é Helena Mendes. Qualquer u

grupo. Minha prova fotográfica

stranho. Por que um médico me

tou: "A foto p

eiramente a meu favor. A d

ocou. Era um número

Era a voz de um

. Almeida?" meu

ão toda no grupo. Não sei em quem acreditar," ele diss

A vida da minha mãe depende disso. Venha até o hospital. Se for

a na linha. Cada seg

ece desesperada de verdade. Estou a vinte minutos daí. Vou arr

desl

novada. Vinte minutos. Ele estava vindo. Por um momento, pareceu que e

esistiriam tão fácil. A gue

-

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Legado de Amor e Luta
Legado de Amor e Luta
“A escuridão era fria, um vazio que me engolia, e a última coisa que senti foi a dor aguda no meu peito, não do impacto, mas da traição do meu irmão, Pedro, e da minha irmã Clara. "A culpa é toda sua, Sofia. Se você não tivesse sido tão egoísta, Clara não teria tentado se matar." A voz venenosa de Pedro ecoava, enquanto Clara, que supostamente havia se jogado no rio, sorria vitoriosa. "Irmão, não seja tão duro com ela. Ela vai pagar por tudo que fez." Eles me empurraram para a estrada, na frente de um caminhão em alta velocidade. Fui morta, culpada pelo falso suicídio de Clara, um plano para roubar a herança da nossa mãe e controlar a empresa. De repente, um grito agudo me puxou daquele pesadelo. Abri os olhos. O suor frio escorria. Eu estava no meu quarto de adolescente. O celular na mesa de cabeceira mostrava: 15 de março. Meu corpo inteiro gelou. 15 de março. O dia do acidente de carro da minha mãe. O dia em que tudo começou a desmoronar na minha vida passada. O telefone tocou. Eu conhecia aquela ligação. Na vida anterior, atendi, paralisada, e soube do acidente grave da minha mãe. Pedro nunca veio. Estava ocupado demais comemorando o aniversário de Clara. Desta vez, não. Não haveria pânico. Não haveria lágrimas inúteis. Recusei a chamada. O ícone vermelho na tela. Levantei da cama em um pulo, minhas pernas firmes. Peguei as chaves do carro e a bolsa. Minha única confiança era em mim mesma. Corri para fora de casa. Eu sabia exatamente onde o acidente aconteceria, na curva perigosa da estrada costeira. Chega. Pisei no acelerador. Eu ia salvar minha mãe. Eu ia proteger o que era nosso. Eu ia fazê-los pagar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10