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A Promessa Quebrada: Um Amor Perdido na Mentira

Capítulo 2 

Palavras: 826    |    Lançado em: 09/07/2025

. O ar de São Paulo parecia pesado, sufocante. Eu só queria v

homens de fato preto, claramen

Sr. Dixon gostaria

ue me acolheu quando a minha mãe morreu, mas que

ma mansão imponente. Fui conduzida a um escritório luxuoso, onde o meu t

m sequer me olhar nos o

ouve afeto. Eu era apenas a filha da irmã pobre da sua

io?" perguntei, a min

vantou o olhar. H

o muito importante para a nossa família, para os

ragar nada. Só

som seco e

or dinheiro. Sempre foste como a tua mãe, a

a mãe fez o meu

e da min

gaveta e tirando um envelope

e desaparece. Volta para a tua Bahia e não

aparecer. A humilhação era tão grande que me senti tonta. Olhei p

inha dignidade vale tão pouc

olhos, chocado co

ás l

eu decida contar ao Hugo algumas ve

briu. Hugo e Nicole entraram. Hugo ouviu a minha

A tentar extorquir dinheiro do te

o lado do pai, fi

fazer isto? Depois de tu

O veneno acumulado d

e como lixo, como uma empregada! A tua mãe sempre me humilhou,

o te atrevas a comparar-te a mim!

o mais orgulho disso do que tu alg

antou-se de um salto, contornou a mesa e, antes que e

angue na boca. Fiquei ali, atordoada, a olhar para o rosto furioso do meu tio, p

scina da mansão, a tentar recuperar o fôlego, a pensar em como

rdade. Ele só tinha pena de ti. Agora, ele

rto, a sua voz um

r-me de que ele te

água fria foi um choque. Eu debati-me, a tentar vir à superfície, mas Nicole agarro

la empurrou-me! E

a. Eu continuei a lutar, a água a encher-me os pulmões. Um trauma de infância, um quase afogamento num rio, voltou com uma força

r Nicole, a confortá-la, olhando para mim com acusaçã

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A Promessa Quebrada: Um Amor Perdido na Mentira
A Promessa Quebrada: Um Amor Perdido na Mentira
“A noite no Rio era abafada, e a única coisa que eu queria era salvar a minha avó. Foi por isso que aceitei a "aposta fácil" da minha prima Nicole: uma apresentação privada para uns empresários. Mas o que parecia uma chance virou um pesadelo de assédio, e logo fui vítima de uma armadilha. Acordei no hospital, apenas para encontrar o amor da minha vida, Hugo, a olhar para mim com fúria. "Quanto é que eles te pagaram, Lauren?", a voz dele era um chicote. Nicole tinha contado uma mentira vil: que eu me vendera. Eu tentei proteger Hugo do veneno dela, engoli a verdade e forcei uma frieza que não sentia. "Você não pode me dar a vida que eu quero", disse, condenando o nosso amor. Ele acreditou e partiu, levando consigo o meu coração. Menos de uma semana depois, perdi a minha avó. Cinco anos se passaram, e eu era uma produtora de sucesso em Salvador, mas o meu passado bateu à porta. Hugo, agora um magnata, convidou-me para uma "reunião" em São Paulo. Mas era uma armadilha. Lá estava Nicole, nos braços dele. Ele humilhou-me, acusou-me de ter "dormido com muitos homens para chegar onde cheguei". E o choque final: "Nós vamos casar". Nicole tinha uma nova mentira: que meu tio me dera dinheiro para a avó, e eu desapareci. Hugo, cego, empurrou-me para fora. Eu estava de volta ao inferno. Pedi justiça ao meu tio Ricardo, mas ele e Nicole vieram com mais acusações e violência. "Gananciosa como sempre!", gritou Hugo. E então, o meu tio deu-me uma bofetada. Mais tarde, Nicole, sabendo do meu trauma de afogamento, atirou-me para piscina, fingindo ser a vítima. Hugo mergulhou. Pensei que ele me salvaria. Mas ele salvou-a a ela. E deixou-me afogar. Eu sobrevivi, mas ele veio ao hospital e acusou-me novamente: "Tentaste matar a Nicole!". A dor, a injustiça, o desespero. Porque é que ele nunca acreditou em mim? Porque é que o homem que eu amei se tornou o meu maior carrasco? Como é que eu posso lutar contra um ódio tão profundo e uma cegueira tão cruel? Eu não sou a vilã. Eu sou a vítima. E eu não aguento mais. Mas eu vou mostrar a eles o que acontece quando se pisa em quem não tem nada a perder.”