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A Promessa Quebrada: Um Amor Perdido na Mentira

Capítulo 3 

Palavras: 540    |    Lançado em: 09/07/2025

ava. Depois, o cheiro familiar de antisséptico. Abri os olhos e vi o teto b

ísca de esperança acendeu-se em mim. Talvez ele estive

reu assim que e

ens noção do que fizeste?

exceto uma frieza cortante. A injustiça da acu

ela atirou-se...

orque é que não consegues simplesmente aceitar

constante de Nicole, sobre o seu ódio, sobre como

Ela sempre fez isto. Lembras-te na es

a cabeça,

esculpas. Estás a delirar.

oz fraca e chorosa v

... onde estás?

Ni

amente, a preocupação a

a ir, m

com a minha dor e a minha frustração. As paredes do hospital pareciam fin

hinha, que sus

á aqui. Ele não vai deixar que aquela

z de Hugo, sua

ole. Não te vou

todo o conforto, todo o carinho. Para mim, acusações e desprezo

osamente. Era Nicole. Ela estava de pé, a olhar pa

en...

meu choque, ajoelhou-se no chão, as

contecesse. Eu estava com tanto ciúme, com tant

ugo e os pais dela podiam aparecer a qualquer momento. Ela estava a

a. A raiva, contida por tant

tinha, e dei-lhe uma bofetada na car

um segundo, antes de se transforma

noutra das suas armadilhas. E desta

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A Promessa Quebrada: Um Amor Perdido na Mentira
A Promessa Quebrada: Um Amor Perdido na Mentira
“A noite no Rio era abafada, e a única coisa que eu queria era salvar a minha avó. Foi por isso que aceitei a "aposta fácil" da minha prima Nicole: uma apresentação privada para uns empresários. Mas o que parecia uma chance virou um pesadelo de assédio, e logo fui vítima de uma armadilha. Acordei no hospital, apenas para encontrar o amor da minha vida, Hugo, a olhar para mim com fúria. "Quanto é que eles te pagaram, Lauren?", a voz dele era um chicote. Nicole tinha contado uma mentira vil: que eu me vendera. Eu tentei proteger Hugo do veneno dela, engoli a verdade e forcei uma frieza que não sentia. "Você não pode me dar a vida que eu quero", disse, condenando o nosso amor. Ele acreditou e partiu, levando consigo o meu coração. Menos de uma semana depois, perdi a minha avó. Cinco anos se passaram, e eu era uma produtora de sucesso em Salvador, mas o meu passado bateu à porta. Hugo, agora um magnata, convidou-me para uma "reunião" em São Paulo. Mas era uma armadilha. Lá estava Nicole, nos braços dele. Ele humilhou-me, acusou-me de ter "dormido com muitos homens para chegar onde cheguei". E o choque final: "Nós vamos casar". Nicole tinha uma nova mentira: que meu tio me dera dinheiro para a avó, e eu desapareci. Hugo, cego, empurrou-me para fora. Eu estava de volta ao inferno. Pedi justiça ao meu tio Ricardo, mas ele e Nicole vieram com mais acusações e violência. "Gananciosa como sempre!", gritou Hugo. E então, o meu tio deu-me uma bofetada. Mais tarde, Nicole, sabendo do meu trauma de afogamento, atirou-me para piscina, fingindo ser a vítima. Hugo mergulhou. Pensei que ele me salvaria. Mas ele salvou-a a ela. E deixou-me afogar. Eu sobrevivi, mas ele veio ao hospital e acusou-me novamente: "Tentaste matar a Nicole!". A dor, a injustiça, o desespero. Porque é que ele nunca acreditou em mim? Porque é que o homem que eu amei se tornou o meu maior carrasco? Como é que eu posso lutar contra um ódio tão profundo e uma cegueira tão cruel? Eu não sou a vilã. Eu sou a vítima. E eu não aguento mais. Mas eu vou mostrar a eles o que acontece quando se pisa em quem não tem nada a perder.”