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A Promessa Quebrada: Um Amor Perdido na Mentira

Capítulo 4 

Palavras: 627    |    Lançado em: 09/07/2025

exatamente nesse momento, seguidos por Hugo. Viram Nicole

tia, a avançar na minha direção. "Com

perdão e tu agrides-la?", berr

gelada. Ele não precisava de palavras. O seu olhar diz

a os dois homens que o acompanhavam. "Dêem-lhe uma li

va a ordenar que me batessem

Nicole levantou-se rapidament

choro. "Por favor, Hugo, não faças isto. Ela é

o seu teatro. A f

olhos a brilhar com uma mal

sica. Ela tem medo do escuro... e de lugares

la ia usar o meu maior medo, o me

im. Ele hesitou por um segundo, mas a

o que e

a para uma área de serviço do hospital. Empurraram-me para dentro d

eza encheu-me as narinas. O espaço era minúsculo. O pânico instalo

Para a minha infância. Para o

shb

, abanei-a, mas ela não acordou. Fiquei assustada. Escondi-me no pequeno armário do nosso quarto, a abraçar os joelhos, a chorar em silêncio. Fiquei lá durante ho

o fla

mou-se em terror absoluto. Com

juda-me! Tir

a voz. O tempo perdeu o sentido. Podiam ter passado minutos ou horas. O

ma silhueta recortou-se contra a luz do corredor. Senti um alívi

ão er

le coberta de feridas. O sorriso dele era assustador. Ele entrou e

me um bocado consigo", disse ele, a voz rouca

ão conseguia acordar. Nicole não se contentou em torturar-me

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A Promessa Quebrada: Um Amor Perdido na Mentira
A Promessa Quebrada: Um Amor Perdido na Mentira
“A noite no Rio era abafada, e a única coisa que eu queria era salvar a minha avó. Foi por isso que aceitei a "aposta fácil" da minha prima Nicole: uma apresentação privada para uns empresários. Mas o que parecia uma chance virou um pesadelo de assédio, e logo fui vítima de uma armadilha. Acordei no hospital, apenas para encontrar o amor da minha vida, Hugo, a olhar para mim com fúria. "Quanto é que eles te pagaram, Lauren?", a voz dele era um chicote. Nicole tinha contado uma mentira vil: que eu me vendera. Eu tentei proteger Hugo do veneno dela, engoli a verdade e forcei uma frieza que não sentia. "Você não pode me dar a vida que eu quero", disse, condenando o nosso amor. Ele acreditou e partiu, levando consigo o meu coração. Menos de uma semana depois, perdi a minha avó. Cinco anos se passaram, e eu era uma produtora de sucesso em Salvador, mas o meu passado bateu à porta. Hugo, agora um magnata, convidou-me para uma "reunião" em São Paulo. Mas era uma armadilha. Lá estava Nicole, nos braços dele. Ele humilhou-me, acusou-me de ter "dormido com muitos homens para chegar onde cheguei". E o choque final: "Nós vamos casar". Nicole tinha uma nova mentira: que meu tio me dera dinheiro para a avó, e eu desapareci. Hugo, cego, empurrou-me para fora. Eu estava de volta ao inferno. Pedi justiça ao meu tio Ricardo, mas ele e Nicole vieram com mais acusações e violência. "Gananciosa como sempre!", gritou Hugo. E então, o meu tio deu-me uma bofetada. Mais tarde, Nicole, sabendo do meu trauma de afogamento, atirou-me para piscina, fingindo ser a vítima. Hugo mergulhou. Pensei que ele me salvaria. Mas ele salvou-a a ela. E deixou-me afogar. Eu sobrevivi, mas ele veio ao hospital e acusou-me novamente: "Tentaste matar a Nicole!". A dor, a injustiça, o desespero. Porque é que ele nunca acreditou em mim? Porque é que o homem que eu amei se tornou o meu maior carrasco? Como é que eu posso lutar contra um ódio tão profundo e uma cegueira tão cruel? Eu não sou a vilã. Eu sou a vítima. E eu não aguento mais. Mas eu vou mostrar a eles o que acontece quando se pisa em quem não tem nada a perder.”