s nossas vidas
ue mais
acio, ar-condicionado gelado e garrafa de cham
celular que faz
ue eu não posso ver, o nome salvo como "Ch
r a porta do banheiro de supetão -
s de tomar banho. O cheiro de casa, de ar
nossas vidas nem
o como nossas vidas
só meu - mas essa vida é furada, tem um b
trato, eu s
me, eu sou o ap
de domingo, eu sou o s
rudado no dele, ela mora entr
a que não dorme, não
se só uma amante burra
e tudo. Eu escolho ignorar
e uma hora ela vai sa
mas quem sai é ele, por algu
o. Ela
a. A agenda de médico, o jantar
a de hotel, essa garrafa quente,
sei: sou eu q
istória, sair dessa cam
não
ue ela não sai da vida d
as, quem tá pre
Presa nele.
meira vez que não é só rapidinho no meu
s se sentir rico, livre, dono
pureza. Champanhe barato que a gente finge que é fino. Eu
a, Marília. Hoj
zer de conta que é uma viage
adas que escondem a pontinha do medo - me
e. Corpo não mente, por
e a culpa, esquece a esposa dele
ha nuca, promete com o corpo o
l, fico olhando o teto alto. Ele abre
, a gente fala sério,
m..." - e rio de mim mesma, por
da
ranho, que eu nunca ouvi. Toque de
ntalado. Eu pergunto com o olhar. El
alho, amor
me chama
peso nenhum quand
to. Dou um gole no resto da
as, abraço o
nheiro. Deve estar respondendo
erna grita, l
sendo enganada. A gente só
essa cama que não é minha, esse homem qu
ói menos do que
quando a
lado tá fria. A luz do banheiro a
, grudado no lençol de hotel que amanhã vai
lular, ai
em dele: "
É quas
lto
om,
tentando esquecer que eu sei mui
ordei s
cama já era só minha de novo - travessei
vazia, virou lembrança de u
pera mais um pouco, j
minutos, tentando engolir
o, abracei o travesseiro que
nisso: esperar é minha função, m
rossa. O check-out chegou. A no
não
uarto, ne
ir de casa de no
ga
empre é ela
ica. Eu semp
ampanhe azeda na boca e uma ce
, não importa quantas promessas ele sussurre - é
a que ele vo
la que dorme
dela que
só in
ga
dei
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