ção quente batendo no meu pescoço. Tinha uma parte de mim que queria acreditar em cada palavra. Qu
a dorme, que me cutuca no escuro -
re soube. Um homem como el
sde o começo. O celular virado pra baixo, as desculpas mal contadas, as
u ouvi.
assim
, comigo, ele ia ser diferente. Porque me convenci de que bastava a
ma boia furada - sabendo que uma hora eu ia af
falava baixo no corredor, o jeito que se levantava d
. Sempre
a é ele - e p
só um i
ele, o escape da rotina, o segr
que eu bebo d
Deus sabe co
acha especial. Eu também me achei. Me achei irresistível, dife
pi
uém - nunca vai ser. Nem dela, nem meu. É dele
as quem prende sou eu, é ela,
um menino que cansou de brincar de mentir. Eu p
ara: "Que idiota eu so
e um mantra. Talvez, se eu repetir
orque toda idiota semp
ei, a maior id
m como ele não é
convenci de que
iota e
destrói tudo de uma vez - é o detalhe mínimo, a rachadura
zinha piscando na tela do celular dele, jogado
fuga de lençóis brancos, champanhe barato e
e sempre some quando mais preciso. A luz piscou. Eu virei o
egundos, um nome que nunca tin
lavra, seis let
que quase desejei não ter visto. Quase desejei
ele. A TV ligada sem som, passando qualquer coisa que a gente não tava vengelado. Menos meu coração
rindo meio bobo, dizendo alguma coisa sobre pedir café da manhã ma
pergunta que não queria fazer, mas não
é Re
o pesado, suado, que
olhou de novo pra mim. Coçou a nuca,
ua, puxei o lençol pra cobrir o peito, c
omo se fosse mergulha
, é comp
imples. Nunca é: "Eu sou um covarde, eu mint
aiu torto, amargo,
achando que era simpl
mão pra pegar o celular
e. Quem
de frente pra mim. As mãos apoi
minha
brando. Eu já sabia. Claro que sabia.
nenhuma teoria na minha c
Que dormiam em quartos diferen
ei segurar o choro. Co
cabeça, os ol
só aparência. Por causa da família, dos compromi
ditar. Eu prec
ele, pra eu levantar daquela cama, me vestir, sair
costou na minha perna
de. Você é a única que me entende.
mas não consegui.
a, Fá
Foi um descuido. Você não devia ter visto. M
: "Você não devia ter visto".
u que vi. Eu que estraguei
ndo, engoli o
orme co
lhos. Foi respo
ma. Eu segurei o lençol com força, com
ra ela igual
ça, cansado. Um homem cansado de ment
as sem gritar. Era pior assi
o. Ele me abraçava, eu empurrava. Mas n
Eu juro. Ela não significa mais nada.
a. Vai lá, pega tuas roupas, sai. Vem
po. Eu não posso largar tudo assim. Tem a minha mãe, tem o
aixo, como se as palavras fossem fi
e em cima de mim, os beijos dele molha
minhas, de
o dele sacudir. Um soluço qu
mais essa vida. Eu sou um covarde, eu sei. Mas e
eu
itaria em homem chorando, fui abrin
senti o cheiro do sabonete qu
dele, amante dele, esposa dele - tudo qu
crescido, que chora por cul
podia ter levantado, vestido min
. Porque eu também prefiro segurar a ment
sesperado. Como se fosse uma última tentativ
e a culpa estivesse deitada
da no meu peito. Eu passei a mão nas costas dele,
"Promete que
i o topo da cabeça dele,
não pensar em Rebeca.
quente, grudado no dele
rta o quanto ele chore - ama
u deixei ele acreditar. D
ch
cred
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