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A escolhida do don

Capítulo 5 Território de Sangue

Palavras: 2214    |    Lançado em: 29/07/2025

or Giovan

mistérios, conhecendo-a, respirando-a, descobrin

am por aquelas ruas, guiado por seguranças que, apesar de seus esforços, pouco podiam fazer. Oito sequestros ocorreram ao lo

tou Antoni, puxando-me de volta à realidade. Fitei o horário marca

uei, mas seu sorriso vago me fez duvidar da minha própria certeza.

ao carro. - Vou estacion

reti; adoraria passar alguns dias absorvendo a atmosfera local. Segundo Pab

nimigos. "Mais uma vez esgueirando-se como um covarde?" Uma voz interna questionou-me, soando como se fo

cura. Ergui os olhos, notando que um grupo se aproximava. As voz

podemos levá-la para casa? - um

contra meu peito. Seu corpo frágil e trêmulo esbarrou no meu, e, sem pensar, a segurei, percebe

do meu pai, os encarei diretamente, vendo-os correr sem destino. A raiva crescia em meu interior ao ver

no e arrebitado, a boca ligeiramente trêmula. Ela tentou se afastar, mas eu a segurei com leveza, mantendo-a perto de mim, ha

s, delicada, logo percebi a s

o em mim; geralmente, as pessoas desviavam o olhar. Poucas palavras sairam da sua boca, com pouca agilidade,

r de estatura baixa, magra parecia bastante fugaz, em seu vestido cl

eu a salvei. - Indiquei ao olhar para a direção em que os fujões correram, e com a sabedoria que possui,

ue houve mudanças no local. As portas de madeira foram abertas, revelando duas mulheres de pé, uma mulher de cabelo escuro, como uma indiana

os expostos. - Boa noite cavalheiros. - Ainda olhava para a morena, quando a ruiva pôs a mão em meu

hos da bella dama cruzaram-se aos meus, fugindo em seguida, a sua mão passeando em me

eiramente a procura de algo valioso, a maneira que a palma percorre o meu abdome

implesmente passou por ambas, ignorando-as aos poucos

tes, que nos observavam a distancia, apenas a musica tocavam, enquanto mais mulheres sem

trando-se desconfiados a turistas e visitantes, eu e Antoni nos sentamos se

sofá, cochicando algo em seu ouvido, o individuo careca acompanhado de homens a sua volta, mas também de mulhere

na pistola sorrateiramente. - Estamos em paz, amico. - Antoni disse erguendo as mãos. - Tudo que queremos é beber algumas

direção, e em seguida virei-me para o bar

o me ouvir dizer, esta era a bebida que eu sempre tomei, por ser algo que o meu pai sempre bebera, engoliu

minância era somente uisques, de vários tipos, o barman encarava-me duramente por segund

icar o balcão. - Escolha qual o seu. - Disse friamente. - I

como uma caça do que provaria a minha masculinidade questionada por meu pai. - Não e

lugares inflamáveis. - Soltei, vendo o se serv

o de observar para todos os lugares mesmo na sexta dose, notando que o comércio havia se tornado algo fraco no local, todos

star seus clientes, subiam a escada de madeira, um tipo de laje adaptada de madeira, o que me fez olhar para cima, desc

lheres, exceto a sua Elise, sua noiva, haviam mulheres interessadas em seu dinheiro na c

azer dominava-me a medida que de joelhos, a minha frente na cama, senti seu corpo morver-se mais, o calor abr

Aí aí, eu vou... eu... - Assenti, pouco satisfeito, estava desejando um corpo italiano e aquele não parecia ser nem de longe, mergulhado no

ueza de suas pernas. O seu sexo me encharcando sutilmente, enquanto a segurei lhe vendo ir de vez ao

lta, notando o quarto de pouco conforto, paredes claras com papel de parede, quase cinzentas, pou

a cama. - Vai demorar por aqui, bonitão? - A pergunta surgiu naturalmente, mas sabia

s amarelados. - Faz tempo que alguém não me satisfaz desta man

? - Indaguei, lhe vendo chegar a minha frente, seus cabelos escuros, ondulados, bagunça

O Moretti só quer dinheiro, ele não se importa com quem vem ou vai. - Disse pouco feliz, pude perceber uma ce

me olhando até não permanecer mais. - Empresário, baby. - Sorriu olhando para o chão de maneira, eu já havia conseguid

vestir, não estranhando que logo estivesse novamente em busca de um novo cliente, desci os degraus, notando que o tal Moretti já

o que o bar já estava mais que vazio, apenas o barman me olhava com certa curiosidade, trocamos um olha

, já esta tudo certo, mas a esta hora...- Olhou para o relogio, e

anhando a porta, o vento fresco da madrugada que também partia, bateu em me

r que primeiro desejo saber quem são estes "inimigos" que tanto Pablo diz, se foss

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A escolhida do don
A escolhida do don
“A Escolhida do Don Ele voltou para assumir o trono. Mas antes, precisa tomar uma esposa. E ela... é tudo que ele não esperava. Giovanni Ferreti nasceu para comandar a Cosa Nostra di Velenza. O sangue da máfia corre em suas veias, mas uma tragédia o afastou do trono antes da hora. Agora, com a morte do pai, ele retorna à cidade disposto a reivindicar seu lugar - mesmo que isso signifique se prender a um casamento arranjado por sua mãe, Irina Ferreti, uma mulher tão fria quanto calculista. O que Giovanni não sabe é que a jovem escolhida para ser sua esposa não foi apenas selecionada... foi moldada. Preparada durante anos para servi-lo, encantá-lo - e talvez até destruí-lo. Irina tem planos, e a esposa do Don é peça central nesse jogo perigoso. Antonella Bellini é a caçula de uma das famílias mais influentes da máfia. Rebelde, impulsiva e dona de uma beleza indomável, ela sempre viveu à sombra dos arranjos de poder. Mas tudo muda quando o noivo da sua irmã - Giovanni - cruza seu caminho. O desejo é imediato, proibido e explosivo. E quando o destino muda as regras do jogo, ela se vê presa a um homem perigoso, encantador... e completamente fora de alcance. Neste universo de alianças mortais, promessas de sangue e jogos de sedução, o amor pode ser a arma mais letal. E A Escolhida do Don talvez não tenha escolha nenhuma.”