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O melhor amigo do meu pai é o meu grande amor

Capítulo 3 Alexandre Xavier

Palavras: 1393    |    Lançado em: 29/07/2025

tornavam cada

anhã no hospital, a tarde na

stes a acontecer. Um tipo de vazio denso, que se espalhava pelo corredor como névoa antes da tempestade. Subi os degraus devagar, sentindo o peso do dia se acumular nos

Maria Clara não precisava me esperar, mas o evento acabou cedo, a chuva mudava os planos naquela noite. Nossos dias estavam

nosso quarto. A porta entreaberta, hesitei. Me sentia exausto. Coi

na entre gemidos atravessou a por

, abafado, íntimo. No primeiro insta

nunca tinha ouvido antes me atingiram. Ali, naquele corredor familiar a minha pulsação saltou. Um cal

lodiu dian

renhados, colados à testa suada. As costas nuas, desenhando curvas que antes eram minhas. O lençol lilas, escorregava, rev

interrompeu tudo, enquanto velando tudo aquilo, engoli em seco a dor, o peso da tra

ns dez anos a menos que eu, musculos saltitantes, cabelos crespos, engasgou de susto. A empurrou para lado, e

inha voz saiu rouca

á era tarde. O corpo dela, mesmo coberto, gritava luxúria. A pele avermelhada. Agora de quatro

er, quando não havia desculpa. Ne

er com quem dividi minha vida, minha cama, meus sonhos.

a? - Tudo que

udesse contê-la. Não era somente

O cheiro no quarto era outro. Umidade, suor, perfume fem

Nunca! Quando está, é só hospital, plantão, cirurgia, tese,

ome como se fos

lençois caídos? Nos dedos dela ainda marcados pelo prazer? - Eu achei que

m riso cur

va o mundo inteiro, mas me deixava morrendo aos poucos.

anterior e ela disse que estava com dor de cabeça

io o enjoo. Uma náusea sur

que mudava, todas as suas recusas, os

empo. Você só não percebeu. -

. Mas, desta vez, não e

o murmúrio do outro homem, os suspiros abafados, os lençóis...

tencessem a outro mundo. Um

struí... agora era apena

ar estava úmido. Respirei como s

no balcão. Aquele lugar esquecido pela cidade era o refúgio silencioso de Heitor. S

ar. Como se tivesse o poder de apagar a imagem que ainda queimava nas mi

ltro. A voz saiu baixa, carregada de vergonha. - Pela forma como os

ncio dele era mais respeitoso d

ra. Eu nem sei

Quando a gente tá dentro da tempestade, não p

já soubesse, mas se recu

ê ainda

maça da cozinha e o cheiro agridoce do álcool b

escondi atrás da medicina, me enterrei em plantões, congressos, aulas... - Dei um gole. - Mas não foi por ego. Eu achava qu

bra caro - disse ele, m

E não é p

êncio ficou

mesa, me olhou de lado, como quem

gou, Alex. A Laura me ligou.

impulso do que por interesse. A cena de C

Vitória. - Disse me olhando se

mesmo tempo. Talvez fosse o contraste entre "Maria" - contido - e "Vitória

Disse que não tá dando conta, que

os anos

bros, bebendo

a, talvez cinco, seis,

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O melhor amigo do meu pai é o meu grande amor
O melhor amigo do meu pai é o meu grande amor
“Após o afastamento devastador de sua mãe, Mavi decide abandonar o brilho superficial do passado e se aproximar de um pai que mal conhece. Em uma pequena cidade marcada por silêncios e segredos, ela tenta reconstruir sua história, enfrentando não só as feridas da ausência paterna, mas também os olhares curiosos de uma nova realidade. O que Mavi não esperava era que um encontro impulsivo com um desconhecido despertaria nela um desejo arrebatador - e ainda mais surpreendente, que esse homem fosse Alexandre Xavier, o cirurgião mais respeitado da região... e o melhor amigo de seu pai. Entre encontros inesperados, olhares que queimam e conversas cortadas por silêncios gritantes, cresce um sentimento que nenhum dos dois consegue conter. Alexandre, sempre tão sereno e controlado, se vê tomado por uma fúria emocional incontrolável - um desejo que o tira do eixo, que desafia suas convicções e o arrasta para um abismo onde razão e paixão colidem. "O melhor amigo do meu pai é o meu amor" é uma história sobre limites, escolhas e amores que desafiam convenções. Até onde se pode ir por um amor que nasceu do impossível?”