“Depois de sete anos de casamento e um aborto espontâneo devastador, as duas listras rosas no teste de gravidez pareceram um milagre. Eu mal podia esperar para contar ao meu marido, Ricardo, o homem que me amparou em cada doloroso tratamento de fertilidade. A caminho de encontrá-lo, eu o vi em um parque com uma mulher e um garotinho. O menino, que era a cara dele, correu e gritou: "Papai". A mulher era Karina, a stalker maluca que "acidentalmente" me empurrou da escada cinco anos atrás, causando meu primeiro aborto. O filho tinha quatro anos. Meu casamento inteiro, todas as noites em que ele me abraçou enquanto eu chorava por nosso filho perdido - tudo era uma mentira. Ele tinha uma família secreta com a mesma mulher que causou nossa dor. Eu não conseguia entender. Por que me fazer passar por sete anos de inferno tentando ter um bebê que ele já tinha? Ele me chamou de "idiotamente apaixonada", uma tola que ele podia enganar facilmente enquanto vivia sua vida dupla. Mas a verdade era muito pior. Quando sua amante forjou o próprio sequestro e me culpou, ele mandou me sequestrarem e espancarem, pensando que eu era uma estranha. Enquanto eu estava amarrada no chão de um galpão, ele me chutou na barriga, matando nosso filho que ainda nem tinha nascido. Ele não fazia ideia de que era eu.”