Tang Ye Wan Zi
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Livros e Histórias de Tang Ye Wan Zi
A Curandeira Rejeitada: A Ascensão da Loba Branca
Lobisomem Levei uma marmita térmica com ensopado para a mansão particular do meu noivo, preocupada que ele estivesse estressado com a fusão das nossas alcateias.
Mas, em vez de um retiro de meditação, entrei em um pesadelo.
Pelas janelas que iam do chão ao teto, vi Ivan brincando no tapete com um filho secreto, enquanto uma mulher chamada Kiara observava tudo como uma rainha.
Eu congelei ao ouvir a voz de Ivan atravessar o vidro.
"A Aliana é só um peão no jogo. Ela tem cheiro de hospital e de medo. Assim que eu conseguir o território, vou rejeitá-la."
Meu coração se estilhaçou, mas a dor se aprofundou quando ele riu dos meus pais.
"São os pais dela que pagam por esta mansão, Kiara. Eles sabem de tudo. Preferem uma aliança forte a uma filha que é uma decepção."
Meus próprios pais estavam me drogando para roubar minhas patentes médicas. Eles achavam que eu era fraca. Achavam que eu era apenas uma Curandeira submissa.
Enxuguei minhas lágrimas e abri o cofre dele com os códigos de administrador que ele esqueceu que eu instalei.
Peguei os registros financeiros, os testes de DNA falsificados e os acordos de roubo.
Naquela noite, na festa de aniversário do seu filho secreto, eu não levei um presente.
Eu levei um projetor.
Mostrei a confissão deles para todo o Conselho, rompi o laço de companheirismo em público e desapareci nas Terras do Norte.
Seis meses depois, um Ivan arruinado e sem-teto se arrastou até a minha clínica, implorando para que a lendária Loba Branca o salvasse.
Ele ergueu o olhar, chocado ao me ver ali, de pé, brilhando com um poder prateado.
"Você rejeitou a dádiva da Deusa", eu sorri, deixando minha aura de Alfa esmagá-lo no chão. "Agora, saia." As Cicatrizes Inegáveis de Uma Esposa
Romance Depois de sete anos de casamento e um aborto espontâneo devastador, as duas listras rosas no teste de gravidez pareceram um milagre. Eu mal podia esperar para contar ao meu marido, Ricardo, o homem que me amparou em cada doloroso tratamento de fertilidade.
A caminho de encontrá-lo, eu o vi em um parque com uma mulher e um garotinho. O menino, que era a cara dele, correu e gritou: "Papai".
A mulher era Karina, a stalker maluca que "acidentalmente" me empurrou da escada cinco anos atrás, causando meu primeiro aborto.
O filho tinha quatro anos.
Meu casamento inteiro, todas as noites em que ele me abraçou enquanto eu chorava por nosso filho perdido — tudo era uma mentira. Ele tinha uma família secreta com a mesma mulher que causou nossa dor.
Eu não conseguia entender. Por que me fazer passar por sete anos de inferno tentando ter um bebê que ele já tinha? Ele me chamou de "idiotamente apaixonada", uma tola que ele podia enganar facilmente enquanto vivia sua vida dupla.
Mas a verdade era muito pior. Quando sua amante forjou o próprio sequestro e me culpou, ele mandou me sequestrarem e espancarem, pensando que eu era uma estranha.
Enquanto eu estava amarrada no chão de um galpão, ele me chutou na barriga, matando nosso filho que ainda nem tinha nascido.
Ele não fazia ideia de que era eu. Você pode gostar
A médica da matilha
Cooper Yara Ellis era uma estudante de medicina que se escondia em uma universidade humana, dedicando-se aos estudos para se tornar médica.
Diferentemente da maioria dos médicos, ela estava se especializando tanto em medicina humana quanto em medicina veterinária, com uma especialização em zoologia.
Como as matilhas estavam constantemente em guerra, ela sabia que nunca haveria médicos suficientes para cuidar dos lobos feridos.
Ela estava por conta própria há vários anos, tendo escapado de sua antiga matilha e seguido seu próprio caminho no mundo, com a esperança de um dia retornar às suas raízes e se tornar a médica mais renomada.
Warren Hill era um Alfa, envolvido nas intermináveis guerras e batalhas entre as matilhas.
Ele era jovem, forte e poderoso, mas por causa dos conflitos incessantes, nunca conseguiu encontrar sua companheira.
Um dia, enquanto Yara dava liberdade à sua loba, se deparou com o Alfa Warren, preso em uma armadilha para ursos.
Ela já ouviu falar disso: armadilhas deixadas para que membros de outras matilhas fossem capturados e morressem lentamente ou fossem facilmente eliminados.
Warren estava em sua forma de lobo, incapaz de se transformar sem ferir a própria perna.
Yara cuidadosamente desarmou a armadilha, libertando-o do metal cruel.
Porém, Warren a reconheceu como sua companheira, e quando sua matilha chegou, ele não aceitou a ideia de deixá-la para trás.
Yara não queria voltar para a matilha de Warren, mas não conseguia lutar contra um Alfa.
Ao descobrir que aquele que a desejava desesperadamente agora era o Alfa de sua antiga matilha, Yara percebeu que o lugar mais seguro para ela podia ser ao lado do Alfa Warren, que era seu companheiro e estava determinado a nunca deixá-la ir embora. A Luna descartada pelo Alfa
Velvet Piston Eu estava grávida de três meses quando o carro me atingiu.
Deitada ali, mal conseguindo me manter consciente, liguei para meu marido, Alfa Ethan, várias vezes, mas ele não atendeu.
Quando finalmente acordei da dor, vi uma postagem de Ivy, a primeira paixão dele: "Obrigada, Alfa, por saber o quanto tenho medo do escuro e ter ficado comigo a noite toda. Ele até cancelou todos os seus compromissos para me levar ao leilão hoje, só para me dar o melhor presente do mundo. Estou tão feliz!"
Finalmente, a ficha caiu. Enquanto eu lutava para proteger nosso filho, ele estava com outra loba!
Calmamente, curti a postagem e guardei meu celular.
Já que ele escolheu sua primeira paixão, decidi deixá-lo ir.
Em sete dias, eu sairia da sua vida com nosso filho para sempre. Minha irmã roubou meu companheiro e eu a deixei
PageProfit Studio "Minha irmã tentou roubar o meu companheiro. E eu deixei que ela ficasse com ele."
Nascida sem uma loba, Seraphina era a vergonha da sua Alcateia. Até que, em uma noite de bebedeira, engravidou e casou-se com Kieran, o impiedoso Alfa que nunca a quis.
Mas o casamento deles, que durou uma década, não era um conto de fadas.
Por dez anos, ela suportou a humilhação de não ter o título de Luna nem marca de companheira, apenas lençóis frios e olhares mais frios ainda.
Quando sua irmã perfeita voltou, na mesma noite em que o Kieran pediu o divórcio, sua família ficou feliz em ver seu casamento desfeito.
Seraphina não brigou, foi embora em silêncio. Contudo, quando o perigo surgiu, verdades chocantes vieram à tona:
☽ Aquela noite não foi um acidente;
☽ Seu "defeito" era, na verdade, um dom raro;
☽ E agora todos os Alfas, incluindo seu ex-marido, iam lutar para reivindicá-la.
Pena que ela estava cansada de ser controlada.
***
O rosnado do Kieran reverberou pelos meus ossos enquanto ele me prendia contra a parede. O calor dele atravessava as camadas de tecido da minha roupa.
"Você acha que é fácil assim ir embora, Seraphina?" Seus dentes roçaram a pele não marcada do meu pescoço. "Você. É. Minha."
Uma palma quente subiu pela minha coxa. "Ninguém mais vai tocar em você."
"Você teve dez anos pra me reivindicar, Alfa." Mostrei os dentes em um sorriso. "Engraçado como você só se lembra que sou sua... quando estou indo embora." Uma armadilha inescapável
AlisTae Antes de cruzar com o irmão mais velho do namorado, Sophia, uma Ômega, vivia num mundo sem sobressaltos.
Na Alcateia Sombra Noturna, existia uma lei perigosa: se o líder Alfa rejeitasse sua companheira, ele perderia seu cargo.
Essa regra, que deveria proteger uniões, virou uma armadilha para Sophia. Afinal, ela namorava justamente o irmão mais novo do líder Alfa.
Bryan Morrison não era só o líder da alcateia, mas também um empresário temido, cujo nome sozinho fazia outras alcateia tremerem.
Por alguma brincadeira do destino, a Deusa da Lua uniu Sophia a esse homem perigoso e implacável... Cicatrizes do destino
Syra Tucker A cicatriz no rosto de Lyric sempre foi motivo de piadas e rejeição. Desde pequena, todos ao seu redor — inclusive o homem com quem ela dividia a vida — a tratavam com nojo ou indiferença.
Ele só a mantinha por perto porque precisava usá-la. Assim que conseguiu o que queria, desapareceu sem olhar para trás.
Destruída no fundo do poço, Lyric esbarrou num homem diferente, que olhou para seu rosto e disse que era bonito. Pela primeira vez, ela soube o que era se sentir amada de verdade.
Aquela noite virou tudo de cabeça para baixo, reescrevendo a vida por completo.
Lyric começou a enxergá-lo como um tipo de salvação.
Ele, por sua vez, descobriu que ela era a única mulher capaz de dar fim a um problema íntimo que o atormentava há tempos.
Lyric chegou a acreditar que a sorte, enfim, bateu na porta, mas o sonho desmoronou quando veio a verdade: ele mentiu.
Ela queria escapar, seguir seu próprio rumo e renascer das próprias cinzas, mas parecia que era tarde demais, Sem perceber, ela já estava em um mundo sombrio do qual sempre fez questão de manter distância. O pai do meu companheiro me quer
LISA BEE "Você é o pai do meu companheiro. Você é meu sogro. E você é o melhor amigo do meu pai. Como pode dizer aquelas palavras?!"
"Se você quer dizer que estou completamente obcecado por você, que vou te foder tão forte que você não sentirá mais nada por outros pênis? Que arruinei seu casamento com meu filho? Ou... que você nunca vai se livrar de mim?"
"Vince, por favor...!" Meus gritos obscenos foram abafados pela sua mão grande sobre minha boca.
Ele penetrou mais fundo, me levando às lágrimas e gritos, enquanto eu implorava para que ele parasse, com medo de sermos pegos.
***
Tive uma noite com ele, o pai do meu companheiro. Eu não deveria ter feito isso, mas estava tão amargurada, já que meu companheiro estava dormindo com minha meia-irmã.
Aquela noite marcou o início da sua obsessão insana, e então percebi que ele não era o sogro sensato e calmo que sempre pensei que fosse.
Por trás daquela máscara, havia um homem obsessivo, manipulador e controlador que jurou nunca me deixar ir e faria qualquer coisa para me manter, inclusive arruinar minha vida.
Agora, eu estava presa nesse relacionamento erótico clandestino, me vendo mais viciada nele a cada dia.
O que eu deveria fazer para me libertar desse vínculo erótico, mas tóxico, que compartilhávamos?