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A Doce Fuga Dela do Caos

Capítulo 2 

Palavras: 853    |    Lançado em: 30/07/2025

e confuso com a pergunta dela

esculpa anterior. "Eu te di

as afiada. "Hoje é o meu aniversário, Heitor. V

, os ombros tremendo com soluços. Mas Adriana viu o brilh

o, não é? Ela es

onalidade forte, seu amor por música alta, suas roupas casuais. Aprendeu sobre belas artes, ópera e as complexidades

ha de uma governanta em vez dela, em seu próprio aniversá

nte emotiva", disse Heitor,

aperto com uma força que surpreendeu a ambos. Ela se virou

e magoado. "Heitor, talvez eu devesse ir em

de náusea. A atuação d

erramadas. Ela se lembrou do pedido de casamento de Heitor, tão formal e correto. Ele havia lhe prometido uma vida de respei

, assustando-a. Er

lto-falantes do carro. "Estou com uma saudade louca de

o fraco. "Você está em Tóqu

stava falando sério. A devoção dele era um contraste gritante

mente foi para casa. Era tarde, passava da meia-

decente de luzes. Música e risadas se

tar estava cheia de gente. Era uma festa. Uma f

fitriã. Ela cumprimentava os convidados, dirigia

ido Chanel vintage que Adriana guardava para

uma estranha em

driana! Você voltou. Estávamos preocupados. Pensei que, como

e. "O que ela está fazendo, Heitor? Sendo

le, com a voz na defensiva. "Ela organiz

a gelo puro. "Você deu permissão p

a, Adriana", ele retru

triunfante brincando em seus lábios. Alguns convidados, ami

ersário!", disse um deles, t

ra uma conversa, dei

deslizou até Adriana, sua voz um suss

Este é o meu

ê teve o que merecia. Você nunca

, "nós pertencemos um ao o

r mais jovem, para seu ros

rica, Joyce?", ela perguntou

ou. Ela se inclinou, seus lábios quase tocando a orelha de Adri

físico. Naquele momento, todas as regras, toda a disciplina

ou e atingiu o rosto de Joyce. O som do ta

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A Doce Fuga Dela do Caos
A Doce Fuga Dela do Caos
“Adriana Coutinho vivia uma vida de ordem perfeita, uma extensão impecável da marca de seu marido, Heitor Alcântara. Seus vestidos eram feitos sob medida, sua postura era ereta, seu sorriso, calculado. Ela era o epítome da esposa Alcântara. Mas, no dia de seu aniversário, ela o encontrou em um food truck, com a gravata de seda afrouxada, descascando um cachorro-quente para uma jovem que ria do outro lado da mesa. Era Joyce Guedes, a filha da antiga governanta da família, cuja educação Heitor vinha financiando há anos sob o pretexto de caridade. A compostura cuidadosamente construída de Adriana se estilhaçou. Ela os confrontou, apenas para ser recebida com as desculpas evasivas de Heitor e a inocência fingida de Joyce. Ela postou uma selfie mordaz, mas Heitor, cego para a verdade, a acusou de ser excessivamente emotiva e anunciou que Joyce ficaria com eles. Mais tarde naquela noite, ela voltou para casa e encontrou sua festa de aniversário surpresa a todo vapor, organizada por Joyce, que usava o vestido Chanel vintage de Adriana. Joyce, presunçosa e vitoriosa, sussurrou palavras venenosas, afirmando que Heitor achava Adriana "fria na cama. Como um peixe morto." O insulto, um golpe brutal, empurrou Adriana para além de seu limite. Sua mão voou, atingindo o rosto de Joyce, o som do tapa ecoando pela sala silenciosa. Heitor, enfurecido, amparou Joyce, fuzilando Adriana com o olhar como se ela fosse um monstro. Ele rugiu: "Você enlouqueceu?" Ele a acusou de humilhá-lo, de estar descontrolada, e ordenou que ela fosse exilada para a fazenda da família no interior. Adriana, no entanto, estava farta de jogar segundo as regras dele. Ela ligou para Alexandre Viana, seu amigo de infância, que chegou de helicóptero para resgatá-la. "Não mais", disse ela a Heitor, sua voz clara e forte. "Nós não somos uma família." Ela jogou os papéis do divórcio em seu rosto, deixando-o com Joyce em meio ao caos.”
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