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A Doce Fuga Dela do Caos

Capítulo 3 

Palavras: 825    |    Lançado em: 30/07/2025

conversas morreram. Tod

conversa e correu para frente,

ce, que agora estava caída no chão, soluçando drama

fuzilando Adriana com o olha

ntiu uma estranha sensação de clareza. Ela ajeitou

escoço de Joyce. Era uma peça única que Heitor

limpo, abriu o fecho do colar. Joyce ofego

olar cintilante pa

, ela anunciou, sua voz ressoando pelo salão

ior. A mulher a encarava, hipnotizada. Adriana sorriu calorosam

a mim", disse Adriana.

, sem palavras de

para a multidão. "A festa

s começaram a sair, sussurrando entre si, seus olhos dardejand

partiu, o silêncio no grande

ntar e a acomodou em um sofá

uqueceu?",

uma tristeza profunda e oca. Este era o homem que

eitor. Na nossa cas

? Você me humilha na

para discutir. Ela se virou par

seu braço. "Nós

uma mistura de raiva e exaustão.

seu braço até que ele a soltou. Ela caminh

sse ele, com a voz mais suave. "Eu sei que isso é difícil. Mas eu tenho uma responsab

eu, como se fosse uma grande conce

amarga escapar de seus lábios. "Você vai ensiná-la? Você, que

com o marido de outra mulher? Ou

!", ele gritou, batendo com o punho em uma

a família! Ass

mas brotaram nos olhos de Adriana, mas ela se

por ela, Heitor", disse ela, a voz tremendo ligei

"Sem trajes casuais em público. Sem comer com as mãos. Sem explosões

isso. Por ela

úzia de emoções: raiva, culpa, ver

gou o telefone e ligou par

Guedes", disse ela, com a voz nítida e autoritária. "E certifiqu

io pelo telefone. "Mas, senho

nar. "Eu sou a Sra. Alcânt

desl

do. "Adriana, acalme-se. Vamos

para conversa

depois se virou e saiu da casa, ba

ou pelo s

au da escadaria. As lágrimas que ela segurara por tanto tempo fi

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A Doce Fuga Dela do Caos
A Doce Fuga Dela do Caos
“Adriana Coutinho vivia uma vida de ordem perfeita, uma extensão impecável da marca de seu marido, Heitor Alcântara. Seus vestidos eram feitos sob medida, sua postura era ereta, seu sorriso, calculado. Ela era o epítome da esposa Alcântara. Mas, no dia de seu aniversário, ela o encontrou em um food truck, com a gravata de seda afrouxada, descascando um cachorro-quente para uma jovem que ria do outro lado da mesa. Era Joyce Guedes, a filha da antiga governanta da família, cuja educação Heitor vinha financiando há anos sob o pretexto de caridade. A compostura cuidadosamente construída de Adriana se estilhaçou. Ela os confrontou, apenas para ser recebida com as desculpas evasivas de Heitor e a inocência fingida de Joyce. Ela postou uma selfie mordaz, mas Heitor, cego para a verdade, a acusou de ser excessivamente emotiva e anunciou que Joyce ficaria com eles. Mais tarde naquela noite, ela voltou para casa e encontrou sua festa de aniversário surpresa a todo vapor, organizada por Joyce, que usava o vestido Chanel vintage de Adriana. Joyce, presunçosa e vitoriosa, sussurrou palavras venenosas, afirmando que Heitor achava Adriana "fria na cama. Como um peixe morto." O insulto, um golpe brutal, empurrou Adriana para além de seu limite. Sua mão voou, atingindo o rosto de Joyce, o som do tapa ecoando pela sala silenciosa. Heitor, enfurecido, amparou Joyce, fuzilando Adriana com o olhar como se ela fosse um monstro. Ele rugiu: "Você enlouqueceu?" Ele a acusou de humilhá-lo, de estar descontrolada, e ordenou que ela fosse exilada para a fazenda da família no interior. Adriana, no entanto, estava farta de jogar segundo as regras dele. Ela ligou para Alexandre Viana, seu amigo de infância, que chegou de helicóptero para resgatá-la. "Não mais", disse ela a Heitor, sua voz clara e forte. "Nós não somos uma família." Ela jogou os papéis do divórcio em seu rosto, deixando-o com Joyce em meio ao caos.”
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