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Seu Amor, a Prisão Dela, o Filho Deles

Capítulo 2 

Palavras: 917    |    Lançado em: 30/07/2025

pele, mas a dor não era nada comparada ao peso esmagador da humilhação. Eu estava sendo puxada como um animal em

façam isso," eu gem

ade mórbida e satisfação cruel. Alguns deles levantaram seus celulares, as pequenas le

sina'. Ela está rece

dela é nu

e finalidade. Os Dobermans, agitados pela comoção, começaram a latir, seus rosnados profundos e ameaçadore

" eu gritei, minha voz perd

com aqueles mesmos olhos vazios. Ele era uma estátua

bjeto pequeno e liso no bolso do uniforme barato que eu usava. Uma conta de lápis-lazúli, um presente da

os que passei tentando ganhar o amor de Ricardo. Eu pensei que poderia derreter seu exterior gelado com meu calor.

mim, pedaço por pedaço, até não sobrar nada. A dor física, o medo constante, a vergonha pública - tudo se fundiu em um

negro, estava sobre mim, seu rosto contorcido em uma máscara de puro ódio. Eu não

ando veneno. "Você desmaia por um tempinho numa

sobre a lareira. "Ricardo quer que você bata a cabeça

s empregadas agarrou meu cabelo e forçou minha cabeça para bai

surrei, as palavras m

tou. "Isso soa como se vo

angue escorreu pela minha têmpora. Repeti as palavras, minha voz um

ão Ricardo, me encontrando ao lado de seu corpo, seu rosto se desfazendo não de dor, mas de uma raiva terrível e fria. "Você

cumprido s

era um zumbido distante. Contei cada uma, uma ladainha

ete branco imaculado. Eu estava tonta e enjoada,

te da porta. "Eu fiz o que você pediu," eu murm

esapareceu tão rápido quanto apareceu. Ele caminhou até um

o?" ele perguntou, sua

ança lutando com o

Beba isso. Beba isso, e

ois para seu rosto indec

uma assassina como você nunca possa ter filhos. Para

única coisa que uma mulher considera sagrada, a possibilidade de um

rios e determinados. Era uma esco

a escolh

eu faria qu

o frasco. Levei-o aos lábi

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Seu Amor, a Prisão Dela, o Filho Deles
Seu Amor, a Prisão Dela, o Filho Deles
“Por cinco anos, meu marido, Ricardo Montenegro, me manteve trancada em uma clínica de reabilitação, dizendo ao mundo que eu era uma assassina que havia matado a própria irmã postiça. No dia da minha libertação, ele estava esperando. A primeira coisa que fez foi jogar o carro para cima de mim, tentando me atropelar antes mesmo que eu saísse da calçada. Meu castigo, ao que parecia, estava apenas começando. De volta à mansão que um dia chamei de lar, ele me trancou em um canil. Forçou-me a bater a cabeça no retrato da minha irmã "morta" até meu sangue manchar o chão de mármore. Fez-me beber uma poção para garantir que minha "linhagem amaldiçoada" terminasse em mim. Ele até tentou me entregar a um sócio nojento e tarado por uma noite, uma "lição" pela minha rebeldia. Mas a verdade mais cruel ainda estava por vir. Minha irmã postiça, Isabela, estava viva. Meus cinco anos de inferno foram todos parte do seu jogo doentio. E quando meu irmãozinho Lucas, minha única razão de viver, testemunhou minha humilhação, ela o mandou jogar escada de pedra abaixo. Meu marido o viu morrer e não fez nada. Morrendo pelos ferimentos e com o coração partido, eu me joguei da janela de um hospital, meu último pensamento um juramento de vingança. Abri os olhos novamente. Eu estava de volta ao dia da minha libertação. A voz da diretora era monótona. "Seu marido arranjou tudo. Ele está esperando." Desta vez, seria eu a esperar. Para arrastá-lo, e a todos que me fizeram mal, direto para o inferno.”
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