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Seu Amor, a Prisão Dela, o Filho Deles

Capítulo 3 

Palavras: 787    |    Lançado em: 30/07/2025

ecia uma piada cruel comparado ao inferno que ardia dentro de mim. Esta era a solução final de Ricardo. Ele não apenas puniria meu presente; ele

do último desejo da minha avó era um mantra n

ntensa que roubou meu fôlego. Mordi o lábio para não gritar, sentindo o gosto

ma tosse violenta sacudiu meu corpo, e cu

lampejo de algo - desconforto, talvez - cruzou suas feições perfeitas

ordenou a uma empregada

avra a sair através da dor. "Nenh

ma vez. Ele virou nos calcanhares e saiu da sala, deixando

cal foi feita, e o mundo desapareceu e reapareceu em ondas de agonia e inconsciência. Acordei n

me sentia esvaziada, uma concha frágil q

não reconhecia estava lá, seu rosto um esgar de desprezo. Ela jogou um ma

curto e frágil que parecia pertencer a uma casa de st

gada, sua voz cheia de zombaria.

z rouca. Afastei o vestido co

ha." Ela arrancou o cobertor de mim e, com a ajuda de outra serva, forçou meus membros protestant

e um espelho do corredor, vi um vislumbre de mim mesma. Eu era um espantalho vestido com os trapos de

com taças de cristal e talheres reluzentes. Ricardo estava sentado na cabeceira da

m. Ele ia vender meu último pingo de dign

enta, sentava-se em frente a Ricardo. Seus olhos percorrera

rometeu, Ricardo," o homem bradou, lambend

s frios. "Sr. Queiroz, Helena está aqui para

ndo para este po

. Tropecei para trás, tentando fugir,

imas escorrendo pelo meu rosto. "

u pesadamente em minha direção. "Não se preocupe, querida. Seu marido

do meu braço. O mundo girou, e meu último pensamento c

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Seu Amor, a Prisão Dela, o Filho Deles
Seu Amor, a Prisão Dela, o Filho Deles
“Por cinco anos, meu marido, Ricardo Montenegro, me manteve trancada em uma clínica de reabilitação, dizendo ao mundo que eu era uma assassina que havia matado a própria irmã postiça. No dia da minha libertação, ele estava esperando. A primeira coisa que fez foi jogar o carro para cima de mim, tentando me atropelar antes mesmo que eu saísse da calçada. Meu castigo, ao que parecia, estava apenas começando. De volta à mansão que um dia chamei de lar, ele me trancou em um canil. Forçou-me a bater a cabeça no retrato da minha irmã "morta" até meu sangue manchar o chão de mármore. Fez-me beber uma poção para garantir que minha "linhagem amaldiçoada" terminasse em mim. Ele até tentou me entregar a um sócio nojento e tarado por uma noite, uma "lição" pela minha rebeldia. Mas a verdade mais cruel ainda estava por vir. Minha irmã postiça, Isabela, estava viva. Meus cinco anos de inferno foram todos parte do seu jogo doentio. E quando meu irmãozinho Lucas, minha única razão de viver, testemunhou minha humilhação, ela o mandou jogar escada de pedra abaixo. Meu marido o viu morrer e não fez nada. Morrendo pelos ferimentos e com o coração partido, eu me joguei da janela de um hospital, meu último pensamento um juramento de vingança. Abri os olhos novamente. Eu estava de volta ao dia da minha libertação. A voz da diretora era monótona. "Seu marido arranjou tudo. Ele está esperando." Desta vez, seria eu a esperar. Para arrastá-lo, e a todos que me fizeram mal, direto para o inferno.”