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O Doador Tomou Minha Vida

Capítulo 2 

Palavras: 1064    |    Lançado em: 01/08/2025

a, encolhida nas sombras, e o

uas silhuetas contra a janela. Ele a estava abraçando, o br

pulso desesperado e autodestrutivo, peg

a chamada foi encerrada. Ele

que mal conseguia tocar

de novo. Inst

u meu peito, e eu me curvei, ofegant

janela, de volta para o quarto. Um momento depois, ele

one tocou

nha garganta tão apertada

voz que ele estava usando com ela agora mesmo. "Desculpe, eu estava em uma

varanda, o ar frio da noite chicoteando ao seu redor

li, que podia vê-lo, que sabia que ele era um mentiroso.

preocupação real em sua voz agora. "Aconteceu alguma

arga e silenciosa. A

s saiu como um sussurro quebrado.

ir as engrenagens girando em sua ca

ais. "É... é quinta-feira." Ele soltou uma risada forç

o. Era nosso anive

nsar", ele prometeu. "Vamos viajar,

u, envolvendo os braços em volta do pescoço dele por trás. Ela

joso pelo telefone. Foi o som mai

espinha, tão frio que par

gar, minha voz rouca. "Voc

e ele, a voz tingida de alívi

rrei a

am qualquer outro casal apaixonado, comparti

o meu rosto em rastros quentes e silenciosos. Então era assim que a tra

de vinte e poucos anos com mais ambição do que

muito a te oferecer agora, mas juro pela minha vida, v

édio de apartamentos pequeno e discreto no centro. Um lugar que Caio havia comprado para mi

tro estava viciado, denso com o cheiro de poeira e desuso. Na

de fecharmos nosso primeiro grande negócio. Estávamos sorrindo, ele com o braço

ular vibrou com um alerta do sistema de segurança da cobertura.

a porta. Abri e encontrei os dois parados ali, seus

ara mim. "Você voltou! Por que não nos avisou

pudesse me tocar, um movimento

z embargada de emoção. "Ah, pequena. Vo

atordoado por um segundo, então sua express

xausta do voo", di

ndo as costas da mão na minha test

oque dele, meu corpo

a, parecendo aliviado.

o e frágil. "Estou ape

icar aqui por enquanto. É mais perto do hospital para

r administrado, escondido em um apartamento secreto enquanto a vida

sse, minha

aria por m

rrendo seu rosto. "Boa menina", disse ele, a palavra p

ovidenciar uma governanta e um chef parti

ei atuarem em seus papéis, o marido preocupado, o irmão amo

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O Doador Tomou Minha Vida
O Doador Tomou Minha Vida
“Eu era Ariela Monteiro, uma magnata da tecnologia, um gênio celebrado no Vale do Silício paulistano, com um marido amoroso, Dante, e um melhor amigo leal, Caio. Meu mundo era perfeito até que uma doença rara e agressiva no fígado ameaçou levar tudo embora. Eles prometeram me salvar, e salvaram. Três anos de luta, um transplante bem-sucedido, e eu estava finalmente saudável, pronta para surpreendê-los. Mas quando cheguei à minha cobertura, um segurança me barrou, alegando que a Sra. Vargas já estava lá em cima. Meu sorriso congelou quando ele me mostrou uma foto: Clara Gomes, minha doadora de fígado, parada na minha varanda, idêntica a mim. O mundo girou. Eu tropecei, bati a cabeça, enquanto a voz de Dante soava no rádio do segurança, mandando ele se livrar da "louca" que estava perturbando Clara, sua "esposa". Eles estavam na minha casa, na minha cama, na cobertura que Dante projetou para mim. Clara, a mulher de quem eu tive pena, aquela que dizia não aceitar caridade, agora estava vivendo a minha vida, com o meu marido e a figura de irmão que eu tinha. A dor na minha cabeça não era nada comparada à agonia no meu peito. Meu marido, meu irmão, eles estavam juntos nisso. A traição era completa. Naquele momento, eu soube que meu mundo perfeito era uma mentira, e eu não passava de um inconveniente a ser administrado.”
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