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O Doador Tomou Minha Vida

Capítulo 3 

Palavras: 789    |    Lançado em: 01/08/2025

Ele olhou para a tela e seu rosto se contraiu. Ele me lançou um olhar ráp

oz baixa, mas ouvi fr

. eu vou cuidar disso...

pingava uma ternura qu

e cheesecake que você gosta. Ape

entro, uma máscara de descul

e ele, sem me encarar diretamente. "Um

a para que seus lábios pousassem na minha bochech

assenti, e

te, uma carranca preocupad

desdém. Eles eram tão bons nisso, encen

eixar você descansar um pouco", dis

de um afeto profundo e teatral.

confortante, mas agora parecia uma violação. "Durma um

ingindo até a porta s

som da porta de uma jaula se trancando. Um mundo comigo de u

ça a que eu pudesse estar me a

gio na parede, cada segundo uma martelada no meu coração. Eles estavam me mat

aquela noite. Ele

iquei preso. Descanse

nte, Caio ta

i para o hosp

pelo saguão quando uma comoção perto da

para cima

lta dos ombros de Clara. Ele olhava para ela, seu

ro lado dela, sua

ameaça de aborto, Clara. Você pre

or

giu com a força d

Ela estav

veria ter me deixado sozinha ontem à noite", ela choramingou. "Eu

lpa. "Você está certa. É tudo cu

tra repousando suavemente em sua barriga ainda lisa. O olhar em seus olhos... era

voz embargada de emoção. "Eu nu

m pequeno sorriso triunfant

um tom leve. "É melhor ele não de

lhuetados contra a luz brilhante da entrada do hospit

peito de Dante. "Você sempr

"Claro que vou. Você é minha espos

posa. Me

oca novamente. Pressionei a mão

al, minhas pernas se mov

ibrou. Uma me

ulpe, fiquei preso em uma reunião e não p

ebrado e histérico que era metade soluço, metade grito. As lágrim

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O Doador Tomou Minha Vida
O Doador Tomou Minha Vida
“Eu era Ariela Monteiro, uma magnata da tecnologia, um gênio celebrado no Vale do Silício paulistano, com um marido amoroso, Dante, e um melhor amigo leal, Caio. Meu mundo era perfeito até que uma doença rara e agressiva no fígado ameaçou levar tudo embora. Eles prometeram me salvar, e salvaram. Três anos de luta, um transplante bem-sucedido, e eu estava finalmente saudável, pronta para surpreendê-los. Mas quando cheguei à minha cobertura, um segurança me barrou, alegando que a Sra. Vargas já estava lá em cima. Meu sorriso congelou quando ele me mostrou uma foto: Clara Gomes, minha doadora de fígado, parada na minha varanda, idêntica a mim. O mundo girou. Eu tropecei, bati a cabeça, enquanto a voz de Dante soava no rádio do segurança, mandando ele se livrar da "louca" que estava perturbando Clara, sua "esposa". Eles estavam na minha casa, na minha cama, na cobertura que Dante projetou para mim. Clara, a mulher de quem eu tive pena, aquela que dizia não aceitar caridade, agora estava vivendo a minha vida, com o meu marido e a figura de irmão que eu tinha. A dor na minha cabeça não era nada comparada à agonia no meu peito. Meu marido, meu irmão, eles estavam juntos nisso. A traição era completa. Naquele momento, eu soube que meu mundo perfeito era uma mentira, e eu não passava de um inconveniente a ser administrado.”
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