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O Doador Tomou Minha Vida

Capítulo 4 

Palavras: 673    |    Lançado em: 01/08/2025

ixando a água fria chocar meu sistema. E

lavar a imagem deles no hospital, ou o so

a em mim e enviei uma

escubra tudo o que puder s

quem fiz parceria durante minha pesquisa de pós-graduaçã

ndeu por text

. Está

, perguntei, meu co

vada em um pequeno cartório de comarca. Ele usou uma procuração que você assinou antes da s

minha orelha. Agarrei meu estômago enquanto uma o

sinfonia horrível de luto. Uma piada. Minha vida inteira era uma piad

e comigo", a voz de Júlio e

a. "Júlio? Aquela oferta que você

?" Ele parecia chocado.

ha se instalando sobre mim. "Esto

i. Esta cidade, esta vida, não e

gados, meus consultores financeiros. Comecei o processo de mover meus ativ

declarações vazias de amor e preocupação. Eu sabia que eles estavam

do. O ar estava denso com o cheiro de lavanda, muito forte, enjoativo. Eu podia ouvir vozes, m

Era a voz de Caio,

ste incenso é poderoso. Vai mantê-la desa

rto. Ele habilmente pressionou meu polegar em uma

isfação na voz. "Assim que esta declaração for a púb

omento em que ela volta, essas histórias começam a se espalh

Ariela. Se ela quisesse vingança, ela queimaria minha empresa até o chão.

tornando-se du

descobrir que a Ariela, ou qualquer outra pessoa, está t

que eu amava me ameaçar para proteger a mulher que havia roubado minha vida

chando. Tinha sido pulverizado em

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O Doador Tomou Minha Vida
O Doador Tomou Minha Vida
“Eu era Ariela Monteiro, uma magnata da tecnologia, um gênio celebrado no Vale do Silício paulistano, com um marido amoroso, Dante, e um melhor amigo leal, Caio. Meu mundo era perfeito até que uma doença rara e agressiva no fígado ameaçou levar tudo embora. Eles prometeram me salvar, e salvaram. Três anos de luta, um transplante bem-sucedido, e eu estava finalmente saudável, pronta para surpreendê-los. Mas quando cheguei à minha cobertura, um segurança me barrou, alegando que a Sra. Vargas já estava lá em cima. Meu sorriso congelou quando ele me mostrou uma foto: Clara Gomes, minha doadora de fígado, parada na minha varanda, idêntica a mim. O mundo girou. Eu tropecei, bati a cabeça, enquanto a voz de Dante soava no rádio do segurança, mandando ele se livrar da "louca" que estava perturbando Clara, sua "esposa". Eles estavam na minha casa, na minha cama, na cobertura que Dante projetou para mim. Clara, a mulher de quem eu tive pena, aquela que dizia não aceitar caridade, agora estava vivendo a minha vida, com o meu marido e a figura de irmão que eu tinha. A dor na minha cabeça não era nada comparada à agonia no meu peito. Meu marido, meu irmão, eles estavam juntos nisso. A traição era completa. Naquele momento, eu soube que meu mundo perfeito era uma mentira, e eu não passava de um inconveniente a ser administrado.”
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