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A Armação do Marido, a Justiça Feroz da Esposa

A Armação do Marido, a Justiça Feroz da Esposa

Autor: Annypen
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Capítulo 1 

Palavras: 1399    |    Lançado em: 04/08/2025

trela de São Paulo, o homem que me salvou de um

, me incriminando por um crime que não come

A mulher que entrou lá, uma designer gráfica de sucesso que amava o marido, morreu ali dentro. Quand

lher que eles colocaram atrás das grades. Eles me exibiram como um troféu, forçand

Catarina, me deixando sangrando no chão. Ele até falsifico

urcharam e morreram. Eu não conseguia chorar. O sentimento era profund

perdesse tudo. Sua carreira. Sua reputação. Sua precio

ítu

eia, e a cidade o amava por isso. Na TV, ele era carismático e justo. Em casa, ele era

e foi o homem que me

tribunal e usou meus traumas mais profundos e íntimos contra mim, pintando o retrato de uma

a corporativa linda e instável, pela qual ele se sentia eternamente responsável. Ele havia feito

ue entrou lá, uma designer gráfica de sucesso que amava o marido, morreu ali dentro. No dia em que Arthur veio

sse, sua voz um zumbido baixo e convinc

. E isso m

eiro de chuva e fumaça de escapamento, parecia estranho depois de três anos de ar reci

te parou, um sed

eu não reconheci sai

ele perguntou, a vo

lhei para ele com a mesma expressão vazia que aperfeiçoei na minha cela. Meu

tirou um pequeno maço de sálvia do bolso e um isqueiro. Ele acendeu a ponta, e uma nuvem de fumaça

voz estava enferrujada, desacostu

. Montenegro. Ele disse... para limpar a e

o pessoalmente. Mandou um garoto para realizar um rito de purificação em mim, como se e

- perguntei, as palavra

i para o banco de trás, o movimento d

quebrando. Catarina, bêbada e histérica, ao volante do meu carro. Meu pai, de qu

rido, o promotor, esperando

me afastando da cena, seu braço u

ssível. Ele detalhou os anos de abuso que sofri nas mãos do meu pai, não como uma tragédia que eu havia sup

despindo. Eu não conseguia respirar. O mundo se tornou um rugido abafado, e tudo o que eu v

o. Fui condenada

almente pude perguntar por quê. Seu rosto era uma másc

a, Helena. Há muito tem

ntou pedaços, um evento pelo qual ele carregava uma culpa imens

-, quando ela estiver estável, seremos nós de novo.

estive ao seu lado em todas as noites de trabalho e casos de alta pressão. Lembrei das pequenas coisas, do jeito que ele segurava minha mão p

das mais profundas, aquelas que eu só mostrei a ele, eram apenas ferramen

ssional de um promotor novamente. - Vai parecer melhor para s

casamento. - Eu ainda te amo,

lavras ecoaram no

prata, o cheiro de sálvia ainda pairando no ar. Meus olhos estavam secos. Eu não ch

to nos Jardins. Estávamos em um bairro nobre e badalado, parando em fr

a janela,

th

um grupo de pessoas. E então ele se virou, seu sorr

ari

ele se inclinou para beijar sua bo

negro e a Sra. Rowland organizaram uma

me colocou na prisão. Organizada pelo

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A Armação do Marido, a Justiça Feroz da Esposa
A Armação do Marido, a Justiça Feroz da Esposa
“Meu marido, Arthur Montenegro, era o promotor estrela de São Paulo, o homem que me salvou de um passado sombrio. Pelo menos, era o que eu pensava. Ele foi o homem que me mandou para a prisão, me incriminando por um crime que não cometi para proteger sua ex-namorada, Catarina. Meus três anos na Penitenciária Feminina de Santana foram um borrão de concreto e uniformes cinzas. A mulher que entrou lá, uma designer gráfica de sucesso que amava o marido, morreu ali dentro. Quando finalmente fui solta, esperava vê-lo, mas ele mandou um assistente para "limpar minha energia ruim". Então eu os vi: Arthur e Catarina, dando uma festa de "boas-vindas" para mim, a mulher que eles colocaram atrás das grades. Eles me exibiram como um troféu, forçando-me a beber espumante até eu ter uma hemorragia interna por uma úlcera perfurada. Arthur, sempre o protetor devotado, correu para o lado de Catarina, me deixando sangrando no chão. Ele até falsificou meu laudo médico, culpando o álcool pela minha condição. Deitada naquela cama de hospital, os últimos resquícios de esperança murcharam e morreram. Eu não conseguia chorar. O sentimento era profundo demais para lágrimas. Eu apenas ri, um som selvagem e descontrolado. Eu queria destruí-lo. Não a cadeia. Eu queria que ele perdesse tudo. Sua carreira. Sua reputação. Sua preciosa Catarina. Eu queria que ele sentisse o que eu senti.”