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A Armação do Marido, a Justiça Feroz da Esposa

Capítulo 2 

Palavras: 753    |    Lançado em: 04/08/2025

amente penteado. Ele se movia com a mesma confiança fácil que encantava júris e desarmav

arro, meu corpo se lembrando de um tempo em que sua presen

meu braço. O toque era para ser reconfortan

oz cortou o ar, doce e enjoativa. - Hel

ari

aço como se estivesse quente. Ele se virou p

do branco, seu cabelo loiro capturando a luz da tarde. Ela correu p

us olhos brilhando com lágrimas não derramadas. -

entre nós. Seu tom era firme, um comando sutil. - Catarina t

a me dizendo que eu devia algo a ela. A injusti

alquer coisa, mas Arthur pegou meu co

rio baixo da conversa parou. Todos os olhos se voltaram p

Parece

próprio pai. D

nela? Ela não chega

ia dela é gente baixa. S

aram na faculdade, sabe. Eles

ficou tenso. Ele me puxou para mais perto, o braço envolven

murmurou em meu ouvido, seu há

orpo era um bloco de gelo. Eu não me inclin

iberadamente, af

esa. Um lampejo de algo - confusão, talvez até má

o. Depois de um pesadelo. Depois de um dia estressante. El

nica pessoa de quem eu pr

ava mais da p

a controlar minha reação, e isso o incomodava. Ele la

do pátio, sua voz retumband

morreram inst

orrendo a multidão. - Esta é minha esposa, Helena Montenegro. E

to uma performance quanto

pessoa mais forte que conheço, e está em casa. Comigo. Se alguém

tio. As pessoas se mexeram descon

us olhos antes de ser substituído por seu olhar característico de vulnerab

um gole

oz soando com uma sinceridade fal

olhos se fixando nos meus. - Por

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A Armação do Marido, a Justiça Feroz da Esposa
A Armação do Marido, a Justiça Feroz da Esposa
“Meu marido, Arthur Montenegro, era o promotor estrela de São Paulo, o homem que me salvou de um passado sombrio. Pelo menos, era o que eu pensava. Ele foi o homem que me mandou para a prisão, me incriminando por um crime que não cometi para proteger sua ex-namorada, Catarina. Meus três anos na Penitenciária Feminina de Santana foram um borrão de concreto e uniformes cinzas. A mulher que entrou lá, uma designer gráfica de sucesso que amava o marido, morreu ali dentro. Quando finalmente fui solta, esperava vê-lo, mas ele mandou um assistente para "limpar minha energia ruim". Então eu os vi: Arthur e Catarina, dando uma festa de "boas-vindas" para mim, a mulher que eles colocaram atrás das grades. Eles me exibiram como um troféu, forçando-me a beber espumante até eu ter uma hemorragia interna por uma úlcera perfurada. Arthur, sempre o protetor devotado, correu para o lado de Catarina, me deixando sangrando no chão. Ele até falsificou meu laudo médico, culpando o álcool pela minha condição. Deitada naquela cama de hospital, os últimos resquícios de esperança murcharam e morreram. Eu não conseguia chorar. O sentimento era profundo demais para lágrimas. Eu apenas ri, um som selvagem e descontrolado. Eu queria destruí-lo. Não a cadeia. Eu queria que ele perdesse tudo. Sua carreira. Sua reputação. Sua preciosa Catarina. Eu queria que ele sentisse o que eu senti.”
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