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A Armação do Marido, a Justiça Feroz da Esposa

Capítulo 3 

Palavras: 833    |    Lançado em: 04/08/2025

que Catarina me of

sse. Minha voz era baix

múrios percorre

gros

sforçando tanto, e ela

é uma

o com ela? - alguém pergunt

arecia prestes a se despedaçar. Então ele olhou de volta para mim

taça da mão

osamente suave. Ele se aproximou, me bloq

pedido. Era

lpe preciso e calculado. - Seria uma pena se os cuidados

mou incondicionalmente. A ideia dela, frágil e

i a taça de espumante. Levei-a aos lábios e b

minuiu. Os convidado

a Arthur, para a ideia distorcida deles de uma reunião feliz. Cada vez, esperava-se

equeno aceno de encora

m, me deixando afogar em um mar de espumante e sorrisos falsos. Eu podia senti

bi. E

a dor familiar das úlceras que me atormentaram na pri

icou, torcendo-se

última taça, seu sorriso lar

tosse estrangulada escapando dos meus lábios. Senti algo q

ng

os ofegaram

direção. Ele correu para o lado de Catarina, p

incandescente. Os rostos ao meu redor se borraram, s

as luzes fluorescentes. O cheiro

m uma cama

uma cadeira perto da ja

carregada de acusação. Ele se vi

a? Tentando fazer uma cen

urro fraco. Era a primeira vez que convers

ra mim pela primeira vez. Vi seus olhos traçarem o ângulo agudo da minha mandíbula,

a cruzou seu rosto

el de novo - ele murmurou, seu tom suavizando para aquele que ele usava quando prometia o mundo. - V

adro de um futuro que

não me importava com a casa. Havia ap

surrei. - Co

o um monólogo sobre nosso futuro, e eu o

á bem - ele disse, um

efone vibrou. Ele olhou

e preocupação. - Eu tenho que ir. Catarina está tend

porta sem um segu

hoque. E eu? Eu era apenas

u dos meus lábios. Ele nem a

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A Armação do Marido, a Justiça Feroz da Esposa
A Armação do Marido, a Justiça Feroz da Esposa
“Meu marido, Arthur Montenegro, era o promotor estrela de São Paulo, o homem que me salvou de um passado sombrio. Pelo menos, era o que eu pensava. Ele foi o homem que me mandou para a prisão, me incriminando por um crime que não cometi para proteger sua ex-namorada, Catarina. Meus três anos na Penitenciária Feminina de Santana foram um borrão de concreto e uniformes cinzas. A mulher que entrou lá, uma designer gráfica de sucesso que amava o marido, morreu ali dentro. Quando finalmente fui solta, esperava vê-lo, mas ele mandou um assistente para "limpar minha energia ruim". Então eu os vi: Arthur e Catarina, dando uma festa de "boas-vindas" para mim, a mulher que eles colocaram atrás das grades. Eles me exibiram como um troféu, forçando-me a beber espumante até eu ter uma hemorragia interna por uma úlcera perfurada. Arthur, sempre o protetor devotado, correu para o lado de Catarina, me deixando sangrando no chão. Ele até falsificou meu laudo médico, culpando o álcool pela minha condição. Deitada naquela cama de hospital, os últimos resquícios de esperança murcharam e morreram. Eu não conseguia chorar. O sentimento era profundo demais para lágrimas. Eu apenas ri, um som selvagem e descontrolado. Eu queria destruí-lo. Não a cadeia. Eu queria que ele perdesse tudo. Sua carreira. Sua reputação. Sua preciosa Catarina. Eu queria que ele sentisse o que eu senti.”
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