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A Armação do Marido, a Justiça Feroz da Esposa

Capítulo 4 

Palavras: 809    |    Lançado em: 04/08/2025

tos depois que Arthur saiu.

heta. - Seu marido assinou a papelada inicial. Ele l

a mim de forma significativa.

. Ele já estava construindo uma narrativa.

prontuário diferente de trás da prancheta. - Este é o seu laudo real. V

e distanciamento profissional. - Es

a companheira constante. Lembrei-me de contar a Arthur sobre isso durante uma de suas breves visitas antes do julg

te amo, Helena. Sem

pi

conomias se foram, gastas com advogados que Arth

colha. Tive que

oque. - O que foi, Helen

eu disse, minha voz vazia.

o pode esperar? Você não tem ideia do que estou lidando a

o tom de Arthur mudou, tornando-se gentil e calmante.

eu estava deitada em uma cama de ho

r, de qualquer coisa que eu pensei que tínhamos, finalmente murcharam e morreram.

O sentimento era profun

ntrolada que rasgou minha garganta, crua e cheia de desespero. Ri até meus lados d

r completam

ira diferente entrou. - Sua ci

companheira de cela. Minha amiga. A única pessoa que me apoiou por tr

aguejou. - Flores, que

ros na minha mesa de cabec

era um confo

do? - ela perguntou, acende

sei nisso. Pensei no homem com quem me

uí-lo, Juju. Não o quero na cadeia. Quero que ele perca tudo. Sua carreira

u, soltando um anel de f

ganhando força. - Preciso de uma nova i

alargou. - Pra você,

entrou correndo, fingindo pânico, exigindo ver meus prontuár

a ele que o procedi

percorrendo seu rosto. Ele realmente parecia

inha cama, uma obs

nha voz fria. - Fingindo se imp

u. - Helena, i

reocupado. - Ele tentou explicar o laudo falsificado, culpando um est

os dele. - Você o demitiu? Ou apenas deu uma bronc

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A Armação do Marido, a Justiça Feroz da Esposa
A Armação do Marido, a Justiça Feroz da Esposa
“Meu marido, Arthur Montenegro, era o promotor estrela de São Paulo, o homem que me salvou de um passado sombrio. Pelo menos, era o que eu pensava. Ele foi o homem que me mandou para a prisão, me incriminando por um crime que não cometi para proteger sua ex-namorada, Catarina. Meus três anos na Penitenciária Feminina de Santana foram um borrão de concreto e uniformes cinzas. A mulher que entrou lá, uma designer gráfica de sucesso que amava o marido, morreu ali dentro. Quando finalmente fui solta, esperava vê-lo, mas ele mandou um assistente para "limpar minha energia ruim". Então eu os vi: Arthur e Catarina, dando uma festa de "boas-vindas" para mim, a mulher que eles colocaram atrás das grades. Eles me exibiram como um troféu, forçando-me a beber espumante até eu ter uma hemorragia interna por uma úlcera perfurada. Arthur, sempre o protetor devotado, correu para o lado de Catarina, me deixando sangrando no chão. Ele até falsificou meu laudo médico, culpando o álcool pela minha condição. Deitada naquela cama de hospital, os últimos resquícios de esperança murcharam e morreram. Eu não conseguia chorar. O sentimento era profundo demais para lágrimas. Eu apenas ri, um som selvagem e descontrolado. Eu queria destruí-lo. Não a cadeia. Eu queria que ele perdesse tudo. Sua carreira. Sua reputação. Sua preciosa Catarina. Eu queria que ele sentisse o que eu senti.”