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A Armação do Marido, a Justiça Feroz da Esposa

Capítulo 5 

Palavras: 857    |    Lançado em: 04/08/2025

se moveu, procurando as pala

mente disse. - Foi uma situação es

re sobre ela. Cada decisão, cada ação, fil

A dor era uma sensação que me aterrava, um ponto agudo de foco no caos turbulento de minhas emoções. Eu queria gritar, enfurecer-me

mal. - Sinto muito, Helena - disse ele, sua voz pingando

outro belo quadro de nosso futuro, um

pi. - Estou c

s o parara

ar sozinha

perseguiu por anos, uma força da natureza implacável e encantadora. Eu acreditei no conto de

ria que ele contava a si mesmo, e eu

dizer mais

ta ao nosso apartamento. O horizonte da cidade par

de ervas daninhas. Lá dentro, coisas estavam faltando. Uma pintura que eu a

com as minhas co

rir espaço. Catarina... ela ficou aqui por um temp

sa mais natural do mundo sua ex-namorada se mudar p

entando me apaziguar. - Ela está no quarto de hósp

orgulhoso exibindo sua hospitalidade. Eu o segui, meu rosto uma más

iado no meu ombro. - Senti tanto a su

, com uma força que eu não sabia q

Não fale sobre iss

atordoado.

porta da frente se

amente quando nos viu. Um lampejo de irritação cruzou seu rosto

al. - Oh, coitadinha. Precisamos comprar roupas novas para você. Arthur, você contou

eu silêncio uma parede que

guiar em direção ao quarto. - Deix

u braço

u. Vi o flash de r

voz estranhamente calma. - Te

ar a próxima fase do meu plano em a

dado de seu esconderijo. Não era maior que um botão. Eu a fixei atrás do espelho do

sozinha com Arthur. Sua voz

la vai tentar arruinar tu

você - disse ele

. Ela queria uma declaração pú

ante e alta para meu benefício. - Uma cerimônia de comprom

arme de incêndio perto da porta e, com

um grito ensurd

eçou a cantar: - FOGO DETECTADO.

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A Armação do Marido, a Justiça Feroz da Esposa
A Armação do Marido, a Justiça Feroz da Esposa
“Meu marido, Arthur Montenegro, era o promotor estrela de São Paulo, o homem que me salvou de um passado sombrio. Pelo menos, era o que eu pensava. Ele foi o homem que me mandou para a prisão, me incriminando por um crime que não cometi para proteger sua ex-namorada, Catarina. Meus três anos na Penitenciária Feminina de Santana foram um borrão de concreto e uniformes cinzas. A mulher que entrou lá, uma designer gráfica de sucesso que amava o marido, morreu ali dentro. Quando finalmente fui solta, esperava vê-lo, mas ele mandou um assistente para "limpar minha energia ruim". Então eu os vi: Arthur e Catarina, dando uma festa de "boas-vindas" para mim, a mulher que eles colocaram atrás das grades. Eles me exibiram como um troféu, forçando-me a beber espumante até eu ter uma hemorragia interna por uma úlcera perfurada. Arthur, sempre o protetor devotado, correu para o lado de Catarina, me deixando sangrando no chão. Ele até falsificou meu laudo médico, culpando o álcool pela minha condição. Deitada naquela cama de hospital, os últimos resquícios de esperança murcharam e morreram. Eu não conseguia chorar. O sentimento era profundo demais para lágrimas. Eu apenas ri, um som selvagem e descontrolado. Eu queria destruí-lo. Não a cadeia. Eu queria que ele perdesse tudo. Sua carreira. Sua reputação. Sua preciosa Catarina. Eu queria que ele sentisse o que eu senti.”