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A Armação do Marido, a Justiça Feroz da Esposa

Capítulo 6 

Palavras: 740    |    Lançado em: 04/08/2025

into de Arthur

puxando-a em direção à saída de e

para mim. Apenas corre

e de mim, uma parte pequena e estúpida

um teste. Um jogo de poder. Ela estava mostrando

lhou.

purrou por trás, e eu tropecei, meus pés se enrolando deb

mãos, minhas pernas, minhas costas. A dor era aguda e ofuscante.

O ar estava sendo esmagado

o. Meu último pensamento consciente foi do rosto

O cheiro agora familiar de an

janela aberta. A fumaça se enrolava em direção

stelas quebradas gr

igarro, seus movimentos brus

siedade. - Sinto muito. Pensei que você estivesse logo atrás d

. Sempre uma razão pela

disse, minha voz

m, confuso. - Voc

ele não estava falando comigo. Ele estava falando consigo mesmo, tentand

eu não estar brigando co

ura me invadiu.

eu disse, as palavras

im que você estiver melhor

uma presença silenciosa e sombria. Seu telefone

e ir - ele di

nas as

iltrou em meus ossos

o celular pré-pago que Ju

aça algo por mim. Descubra

recia... destruído. Suas roupas esta

u um tablet na minha cama.

rosto manchado de lágrimas. A manchete dizia: "AM

estava atormentando a frágil e inocente Catarina. Detalhava meu "histórico de violência",

ou, o rosto contorcido de raiva. -

disse, minh

ãos agarrando a frente da minha camisola de hospital. E

nar a vida dela! - ele gritou, sua saliva atingi

saiu furioso, me deixando tremendo, não

uma pulsação surda e constante. Pensei em nossos votos de c

se ele sequer se

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A Armação do Marido, a Justiça Feroz da Esposa
A Armação do Marido, a Justiça Feroz da Esposa
“Meu marido, Arthur Montenegro, era o promotor estrela de São Paulo, o homem que me salvou de um passado sombrio. Pelo menos, era o que eu pensava. Ele foi o homem que me mandou para a prisão, me incriminando por um crime que não cometi para proteger sua ex-namorada, Catarina. Meus três anos na Penitenciária Feminina de Santana foram um borrão de concreto e uniformes cinzas. A mulher que entrou lá, uma designer gráfica de sucesso que amava o marido, morreu ali dentro. Quando finalmente fui solta, esperava vê-lo, mas ele mandou um assistente para "limpar minha energia ruim". Então eu os vi: Arthur e Catarina, dando uma festa de "boas-vindas" para mim, a mulher que eles colocaram atrás das grades. Eles me exibiram como um troféu, forçando-me a beber espumante até eu ter uma hemorragia interna por uma úlcera perfurada. Arthur, sempre o protetor devotado, correu para o lado de Catarina, me deixando sangrando no chão. Ele até falsificou meu laudo médico, culpando o álcool pela minha condição. Deitada naquela cama de hospital, os últimos resquícios de esperança murcharam e morreram. Eu não conseguia chorar. O sentimento era profundo demais para lágrimas. Eu apenas ri, um som selvagem e descontrolado. Eu queria destruí-lo. Não a cadeia. Eu queria que ele perdesse tudo. Sua carreira. Sua reputação. Sua preciosa Catarina. Eu queria que ele sentisse o que eu senti.”
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