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Seu Império Desmorona, Seu Amor Ascende

Capítulo 3 

Palavras: 679    |    Lançado em: 05/08/2025

ando eu alcançava as portas gira

ra. Este é um ev

armário, sua expressão impassível

. Franco Viana é meu

to, mas ele não se moveu. "O Sr. Viana está se preparando p

minha voz subindo com desespero. "Ele es

e intensificou. "Tenho

s? De

nha

idade cor de creme que não fazia nada para esconder sua barriga inchada. Ela me olhou de cima a baixo, uma avalia

do falsa doçura. "Pensei que você estaria enfiad

e. Aqueles que Franco me deu no nosso pri

u disse, ignorando sua pr

fúria e o medo. Pelo Léo, eu tinha que est

perfume caro. "Ele está prestes a anunciar seu retorno triunfante. A fals

de forma pontual. E

as na minha boca. "O Léo está doente. Ele precisa de uma o

nquete para ela. Seus olho

tora na barriga. "É muito dinheiro. O Franco precisa d

co. Herdeiro saudável. Como se

o rosto de Léo, pálido e lutando para respirar, estava gravado em minha mente. "Eu assino os papéis

. Um som a

penas eu pudesse ouvir. "Tudo isso... você perder sua cobertura, seu dinh

eram frio

ueria ver você rastejar. E o Franco

te?", sussurrei, a última got

"E ele sabe que você está aqui. Na verdade, foi ele

eu estava aqui, implorando pela vida de nosso filh

o. "Você é uma dona de casa fracassada com um filho quebrado. Você

levador de serviço. Mostre a ela a saída dos fu

começou a me arrastar, passando pelos repórteres e pelas faixas que celeb

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Seu Império Desmorona, Seu Amor Ascende
Seu Império Desmorona, Seu Amor Ascende
“O grito de pânico do meu filho Léo rasgou nosso apartamento na Zona Leste. Ele estava convulsionando, ficando azul, seu corpinho rígido. Larguei tudo, o peguei no colo e corri para o hospital, apenas para ouvir que a ambulância mais próxima estava a vinte minutos de distância. Minha única esperança era meu sedã popular, um carro de dez anos que falhava sem parar, uma relíquia humilhante de antes do meu marido, o magnata do mercado imobiliário Franco Viana, declarar falência. Mas o trânsito era um pesadelo, e um desvio me jogou na Avenida Paulista, onde notas de cem reais flutuavam do céu. E lá estava ele, Franco Viana, em um palco no terraço de um prédio, com os braços abertos como um rei, ao lado de uma jovem, linda e muito grávida Janine Moraes, sua corretora de imóveis cruel. Meu marido "falido" estava literalmente fazendo chover dinheiro, orquestrando uma jogada de marketing obscena. Eu liguei para ele, desesperada. "Franco, é o Léo! Ele está passando mal, não consegue respirar. Estou presa no trânsito. Preciso de você." Ele me dispensou, alegando estar escondido de credores em um motel barato em Osasco, e então desligou, virando-se para beijar sua amante com ternura. Ele não nos amava. Ele estava no topo de um prédio com sua amante grávida, jogando fora mais dinheiro do que eu tinha visto em um ano, enquanto nosso filho lutava por cada fôlego. A fúria e a traição queimavam como ácido no meu estômago. Como ele podia mentir tão descaradamente, tão monstruosamente, enquanto nosso filho estava morrendo? Como ele pôde escolher um espetáculo público e uma nova família em vez de seu próprio filho? Uma represa se rompeu dentro de mim. O amor, a confiança, os anos que dediquei a este homem – tudo se foi. Ele tinha feito sua escolha. Agora eu tinha que salvar nosso filho. Sozinha.”
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