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Seu Império Desmorona, Seu Amor Ascende

Capítulo 4 

Palavras: 676    |    Lançado em: 05/08/2025

uma pequena sala de reuniões sem janelas, ao lado do saguão principal. A

uma pri

i engolida pelo carpete felpudo e pelas paredes de painéis de madeira. Exausta, caí c

nício, depois mais claras. A porta não devi

dizer, a Sra. Menezes parecia muito angust

m jovem chamado Marcos que se

o. Calma, controlada e

os. Ela não suporta que eu esteja seguin

meus ossos. Pressionei meu ouvid

Marcos, sua voz hesitante. "E se o

sozinho. Olha, a Clara nunca vai me deixar. Ela é muito devotada àquele filho de

dia praticamente ouvir o s

quando tudo isso acabar. Deixe

icou em

ruindo um legado aqui. A Janine está me dando um herdeiro saudável. Um filho

eiro sa

sentença de morte para meu filho, para meu c

ilhado, era tudo uma mentira. Eu não era sua esposa. Eu era um inconveniente. L

s pés. Tudo o que eu sentia era um vazio vasto e frio se abrindo dentro de mim. O amor que eu tinha por Franco, um amo

nsava ser adoração, e ele havia prometido me amar e me proteger, na saúde e na doença. Ele segurou

ras.

coletiva de imprensa. Ele ia ficar diante do mundo e anunciar seu futuro

echadura da po

o me

u rangendo. Marcos estava lá, seu ros

sse ele em voz b

i por ele sem uma palavra. A pena em seus olhos era u

e sentia alguma c

a mãe. E o tempo de seu f

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Seu Império Desmorona, Seu Amor Ascende
Seu Império Desmorona, Seu Amor Ascende
“O grito de pânico do meu filho Léo rasgou nosso apartamento na Zona Leste. Ele estava convulsionando, ficando azul, seu corpinho rígido. Larguei tudo, o peguei no colo e corri para o hospital, apenas para ouvir que a ambulância mais próxima estava a vinte minutos de distância. Minha única esperança era meu sedã popular, um carro de dez anos que falhava sem parar, uma relíquia humilhante de antes do meu marido, o magnata do mercado imobiliário Franco Viana, declarar falência. Mas o trânsito era um pesadelo, e um desvio me jogou na Avenida Paulista, onde notas de cem reais flutuavam do céu. E lá estava ele, Franco Viana, em um palco no terraço de um prédio, com os braços abertos como um rei, ao lado de uma jovem, linda e muito grávida Janine Moraes, sua corretora de imóveis cruel. Meu marido "falido" estava literalmente fazendo chover dinheiro, orquestrando uma jogada de marketing obscena. Eu liguei para ele, desesperada. "Franco, é o Léo! Ele está passando mal, não consegue respirar. Estou presa no trânsito. Preciso de você." Ele me dispensou, alegando estar escondido de credores em um motel barato em Osasco, e então desligou, virando-se para beijar sua amante com ternura. Ele não nos amava. Ele estava no topo de um prédio com sua amante grávida, jogando fora mais dinheiro do que eu tinha visto em um ano, enquanto nosso filho lutava por cada fôlego. A fúria e a traição queimavam como ácido no meu estômago. Como ele podia mentir tão descaradamente, tão monstruosamente, enquanto nosso filho estava morrendo? Como ele pôde escolher um espetáculo público e uma nova família em vez de seu próprio filho? Uma represa se rompeu dentro de mim. O amor, a confiança, os anos que dediquei a este homem – tudo se foi. Ele tinha feito sua escolha. Agora eu tinha que salvar nosso filho. Sozinha.”
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