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De Salvador a Stalker Obsessivo

Capítulo 3 

Palavras: 794    |    Lançado em: 07/08/2025

s vermelhas dos dedos que floresciam no meu pescoço. Eu só queria voltar para o

a chegue

rta lateral deslizou, e dois homens grandes pularam para fora. Antes que eu pudesse grita

orta bateu, me mergulhando na escuridão

ue de água gelada

. Eu estava em algum tipo de galpão abandonado, o ar cheirando a ferrugem e dec

coou no vasto espaço. "Olha

. Dois homens estavam diante de mim,

vocês querem?" pergun

omem. Ele segurava um chicote longo e fino. Ele o passav

agudo, perfur

entei soar forte, mas minha voz

parecia ser água salgada. "Estamos apenas seguindo ordens. Uma pequena li

o parou. "

pudesse processar suas palavras. Ating

e branca de agonia. A água salgada em que eles mergulharam o chicote t

gritar de novo, senti

ágrimas escorrendo pelo meu ros

ra. "O chefe é um homem esperto. Ele sabia que você tentaria se fazer de

a que eu tinha machucado Kássia. O homem que tinha sido minha luz

. Minhas costas eram uma massa retalhada de carne viva. Cada

ular, o flash me cegando. "Grite mais

nta ficar em carne viv

rpo desistiu. Caí para frente na cadeira, minha consciên

a no chão de concreto frio, desamarrada. Os homens tinham ido embor

ativa desesperada do meu organismo de lutar contra a infe

. Um toque fr

ixado minha bolsa no chão a

drenalina percorreu meu c

a minha espinha. A pele rasgada das minhas costas raspava no con

hos fixos na bolsa. Er

fecharam na alça. Puxei-a para mim, remexendo dentr

m o rosto de Helena.

i para atender, minha mão deixan

? Comprou sua passagem?" Sua voz era

ara gritar por ajuda, mas ape

. aju

ridão me engol

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De Salvador a Stalker Obsessivo
De Salvador a Stalker Obsessivo
“A senha da mansão particular de Caio Alencar era a data do meu aniversário, um gesto que um dia considerei o mais romântico do mundo. Agora, parecia a chave para uma gaiola de ouro. Atravessei sua mansão silenciosa, um nó frio de angústia crescendo no meu estômago. Então eu ouvi - um gemido baixo vindo do quarto dele. A porta estava entreaberta, revelando Caio de joelhos, agarrando uma echarpe de seda lavanda. Ele estava se tocando, sussurrando um nome: "Kássia". Minha meia-irmã. Meu sangue gelou. O homem que eu amava, o homem que eu achava puro, a desejava, não a mim. Enquanto eu recuava, tropeçando, o celular dele vibrou. Era Kássia. "Caio? Você parece... ofegante." Ele respondeu, ríspido: "O que você quer?". Ela perguntou se os boatos do nosso casamento eram verdadeiros. A resposta dele me atingiu como um soco: "Nunca. Ela é uma coitada iludida e patética. Queria que ela simplesmente sumisse." Ele admitiu que só me tolerava para se aproximar dela, para ganhar a aprovação do pai dela. Meus três anos de amor tolo pareceram uma piada gigante e humilhante. Lembrei-me de como meu pai trouxe Kássia e sua mãe para casa depois do funeral da minha mãe, como elas me transformaram na vilã, e como Caio, meu suposto salvador, interveio para me proteger dos valentões. Eu tinha sido tão cega, tão estupidamente arrogante, acreditando que era especial para ele. Ele não era um santo; era apenas obcecado pela mulher errada. Corri até meus pulmões arderem, desabando no gramado. Uma determinação dura e afiada se formou nos destroços do meu coração. Liguei para Helena, minha voz embargada por soluços. "Cansei. Não o quero mais." Eu estava deixando esta cidade, meu pai, Kássia, tudo. Eu estava recomeçando. Eu nunca mais voltaria.”