icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

De Salvador a Stalker Obsessivo

Capítulo 4 

Palavras: 884    |    Lançado em: 07/08/2025

foi o grito frenético de

or cardíaco era um ritmo constante ao meu lado. Helena dormia em uma cadeira, seu rosto manchado de lágri

a poderosa, mais do que capaz de rastrear o si

me sa

vi, seus olhos se abrindo de

e uma mistura de alívio e fúria. "Quem fez isso

hos. "Foi o Caio", sussurrei

a bateu com o punho na lateral da cama. "Aq

", ela ferveu.

surpreendentemente firme.

r, mas viu o olhar em meus ol

ésicos. Minhas costas eram um mosaico de bandagens, e os médicos d

ma, apoiando-me pesadamente em Helena. Estávamo

e K

parecendo pálida e frágil. Caio a empurrava, sua expressão uma

mesmo hospital. Kássia, por

era tão gritante, tão cru

baixo escapou de seus lábios. "

ra direção, mas eu me mantive

oximamos, Caio olhou para cima. Seus olhos, qu

" ele zombou, como se minha pr

cê está fazendo aqui, seu merda? Mimando essa vagabunda que finge estar

"Cuidado com a boca, Helena. Is

ela retrucou. "Você mac

a e gentilmente passei por ela.

inha voz pingando sarcasmo. "Mandar homens chicotea

te. "Você me mandou s

ação? satisfação? - cruzou seu rosto. "Você mer

uniçã

purulentas. Eu ficaria com cicatrizes para o re

undo, me p

mão com toda a força q

a bochecha ecoou no corredor silencios

a marca de mão vermelha floresce

corpo, agravando as feridas nas minhas costas, mas eu mal

nha voz trêmula, mas clara. "Eu

em seu rosto, a primeira rachadura que eu

o", eu disse. "Por três anos, fui cega e est

ara de fúria. Ele deu um passo em

. Ela se jogou na minha fr

enfermeiras e outros pacientes. "Todos, olhem! O magnata da tecnologi

tavam olhando

disse Helena

ali, a marca da mão como uma m

gou um buquê de flores que havia ca

lcanhar, mas sua voz era suave ao falar com

s, frios e cheios de um ódio mor

Reclame seu bônus no App

Abrir
De Salvador a Stalker Obsessivo
De Salvador a Stalker Obsessivo
“A senha da mansão particular de Caio Alencar era a data do meu aniversário, um gesto que um dia considerei o mais romântico do mundo. Agora, parecia a chave para uma gaiola de ouro. Atravessei sua mansão silenciosa, um nó frio de angústia crescendo no meu estômago. Então eu ouvi - um gemido baixo vindo do quarto dele. A porta estava entreaberta, revelando Caio de joelhos, agarrando uma echarpe de seda lavanda. Ele estava se tocando, sussurrando um nome: "Kássia". Minha meia-irmã. Meu sangue gelou. O homem que eu amava, o homem que eu achava puro, a desejava, não a mim. Enquanto eu recuava, tropeçando, o celular dele vibrou. Era Kássia. "Caio? Você parece... ofegante." Ele respondeu, ríspido: "O que você quer?". Ela perguntou se os boatos do nosso casamento eram verdadeiros. A resposta dele me atingiu como um soco: "Nunca. Ela é uma coitada iludida e patética. Queria que ela simplesmente sumisse." Ele admitiu que só me tolerava para se aproximar dela, para ganhar a aprovação do pai dela. Meus três anos de amor tolo pareceram uma piada gigante e humilhante. Lembrei-me de como meu pai trouxe Kássia e sua mãe para casa depois do funeral da minha mãe, como elas me transformaram na vilã, e como Caio, meu suposto salvador, interveio para me proteger dos valentões. Eu tinha sido tão cega, tão estupidamente arrogante, acreditando que era especial para ele. Ele não era um santo; era apenas obcecado pela mulher errada. Corri até meus pulmões arderem, desabando no gramado. Uma determinação dura e afiada se formou nos destroços do meu coração. Liguei para Helena, minha voz embargada por soluços. "Cansei. Não o quero mais." Eu estava deixando esta cidade, meu pai, Kássia, tudo. Eu estava recomeçando. Eu nunca mais voltaria.”
1 Capítulo 12 Capítulo 23 Capítulo 34 Capítulo 45 Capítulo 56 Capítulo 67 Capítulo 78 Capítulo 89 Capítulo 910 Capítulo 1011 Capítulo 1112 Capítulo 1213 Capítulo 1314 Capítulo 1415 Capítulo 1516 Capítulo 1617 Capítulo 1718 Capítulo 18