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A Vingança de Helena: Um Casamento Desfeito

Capítulo 2 

Palavras: 715    |    Lançado em: 08/08/2025

enjoativamente perfeita. Ele me levava às minhas consultas de "quimio

etos de lugares ensolarados à beira-mar. "Apenas o melhor para v

s caros e chás de ervas de cheiro forte que p

e um bom marido

de hóspedes. Ele nunca me tocou. O espaço en

entado na beira da cama, olhando para uma foto em seu celular. Era ela. Kendi. Se

que não poderia manter a farsa para sempre. Eu estava planejand

campainha. Apenas entrou, o ros

até mim e enfiou um ped

oratório. Um teste

a. Apenas caiu no choro

to pálido. Ele não olhou para mim. Não

er, seu corpo se arrastando

disse, minha voz

um homem em transe, des

ço. "Não se atreva

ontorcendo com uma raiva que eu nunc

voz baixa e gutural. "Ela está grá

de tanta frustração, tanto ódio ex

deixa ir confortá-la?", ele exig

errado e no olhar frenéti

frio e duro se formando no meu peito. Um impulso terrível e violento passo

va para ser feita: Você tem certeza de que

, eu disse, minha voz trêmula, mas fi

arta. Minha vida p

o, Cássio. Não me d

um longo e silencioso momento. O olhar em seus ol

cuspiu, a palavra pai

s fundo que qualquer

sem filhos por ele. Eu fingi uma doença terminal, suportando a farsa

elo meu rosto agora,

A gravidez, a promessa de

u uma pequena mesa antiga perto da port

ritou, o rosto uma máscara de fú

aiu de casa sem

ragem. O motor de seu carro rugiu e depois se desvane

mal conseguia segurar o celu

one, minha voz quebrando. "Vamos a

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A Vingança de Helena: Um Casamento Desfeito
A Vingança de Helena: Um Casamento Desfeito
“Por quarenta anos, estive ao lado de Cássio Barreto, construindo seu legado desde um simples deputado estadual até um homem cujo nome ecoava com respeito. Eu era Helena Couto, a esposa elegante e inteligente, a parceira perfeita. Então, uma tarde, eu o vi num café simples no Centro, dividindo uma vitamina verde-limão berrante com uma jovem, Kendi Maia. Seu rosto estava iluminado por uma alegria que eu não via há vinte anos. Não era apenas um caso; era um abandono emocional. Ele era um homem na casa dos setenta, obcecado por um herdeiro, e eu sabia que ele buscava uma nova vida nela. Eu não fiz uma cena. Apenas me afastei, meus saltos batendo num ritmo firme que não traía o caos dentro de mim. Ele achava que eu era uma frágil professora de história da arte que ele poderia descartar com um acordo medíocre. Ele estava enganado. Naquela noite, preparei sua refeição favorita. Quando ele chegou tarde, a comida estava fria. Ele queria conversar, dar o golpe final. Eu peguei uma pasta da minha escrivaninha e o encarei nos olhos. "Estou com câncer, Cássio. Pâncreas. Seis meses, talvez menos." Seu rosto perdeu a cor. Não era amor ou preocupação; era a destruição súbita de seu plano. Uma esposa moribunda não podia ser divorciada. Ele estava preso. O peso de sua imagem pública, de sua reputação cuidadosamente construída, era uma jaula que ele mesmo havia criado. Ele se retirou para seu escritório, o clique da fechadura ecoando na sala silenciosa. Na manhã seguinte, meu sobrinho Jairo ligou. "Ele a expulsou, tia Helena. Ela estava chorando rios na calçada."”
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