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A Vingança de Helena: Um Casamento Desfeito

Capítulo 3 

Palavras: 865    |    Lançado em: 08/08/2025

vez mais tempo em nossa casa de campo depois que se aposentou. E

da minha herança. Deveria ser nosso refú

ue ele a havia avaliado secretamente para venda.

da, foi subitamente deixado de lado. A "busca por inspira

ria encarar a verdade feia de qu

da casa de campo. Mostrava Cássio, meu distinto e respeitado marido, dançando com Kendi. Suas mãos esta

ntrelaçadas, pareciam pesados demais para simplesmente deixar ir. Um casamento como o noss

e barato de sabonete de farmácia grudado em sua pele quando ele chegava em casa. Ele sempre us

e. "Meu ronco está te mantendo acordada", ele disse,

ntece quando as pessoas envelhecem. A paixão

o amigo trabalhava em um escritório de advocacia de famíli

a na cidade e uma ninharia de acordo. Ele ficaria com a casa de camp

desesperado e feio, mas era tudo o que me rest

sa. No momento em que entrei pela porta dele, o mundo girou. U

ob uma tensão imensa. Você não pode mais suportar estresse." Eu tinha uma

veis" que cozinhava para Cássio, com pequenos emojis de coração espalhados no texto. Ela me enviava mensagens

abeças próximas. O golpe final e brutal foi ela aparecer na min

le apenas olhou para ela, depois para mim, e sua escolha foi clara. Ele não se importav

nte a semana que fiquei com Ja

ema em sua rede social, uma ode rasgada ao novo

x-orientando e um brilhante contador forense, ligou. Um de seus assistentes juniores havia vi

frio e amargo que ass

e Cássio estavam brindando com taças de champanhe, comemorando. E

o ardeu novamente

olhar, seus olhos cheios de adoração, c

ela. Um corpo jovem e fértil.

Alexandre gentilmente pelo

a do meu olho. "Est

tempo das lágrim

gora. "Aquele dossiê que estávamos organizando. As provas das...

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A Vingança de Helena: Um Casamento Desfeito
A Vingança de Helena: Um Casamento Desfeito
“Por quarenta anos, estive ao lado de Cássio Barreto, construindo seu legado desde um simples deputado estadual até um homem cujo nome ecoava com respeito. Eu era Helena Couto, a esposa elegante e inteligente, a parceira perfeita. Então, uma tarde, eu o vi num café simples no Centro, dividindo uma vitamina verde-limão berrante com uma jovem, Kendi Maia. Seu rosto estava iluminado por uma alegria que eu não via há vinte anos. Não era apenas um caso; era um abandono emocional. Ele era um homem na casa dos setenta, obcecado por um herdeiro, e eu sabia que ele buscava uma nova vida nela. Eu não fiz uma cena. Apenas me afastei, meus saltos batendo num ritmo firme que não traía o caos dentro de mim. Ele achava que eu era uma frágil professora de história da arte que ele poderia descartar com um acordo medíocre. Ele estava enganado. Naquela noite, preparei sua refeição favorita. Quando ele chegou tarde, a comida estava fria. Ele queria conversar, dar o golpe final. Eu peguei uma pasta da minha escrivaninha e o encarei nos olhos. "Estou com câncer, Cássio. Pâncreas. Seis meses, talvez menos." Seu rosto perdeu a cor. Não era amor ou preocupação; era a destruição súbita de seu plano. Uma esposa moribunda não podia ser divorciada. Ele estava preso. O peso de sua imagem pública, de sua reputação cuidadosamente construída, era uma jaula que ele mesmo havia criado. Ele se retirou para seu escritório, o clique da fechadura ecoando na sala silenciosa. Na manhã seguinte, meu sobrinho Jairo ligou. "Ele a expulsou, tia Helena. Ela estava chorando rios na calçada."”
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