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Morrendo por Sua Verdadeira Felicidade

Capítulo 7 

Palavras: 1304    |    Lançado em: 08/08/2025

mbido baixo de fofoca e pena qu

Primeiro os pai

devotado. Que

sorriso fr

lêncio. Todas as cabeças se vi

a de diamantes. Seu sorriso era radiante, triunfante. Ela desceu as e

ua mão, seus olhos brilhando com um amor tã

o anúncio oficial, para apresen

se falar, as luzes

ão absoluta. O pânico explodiu. O som

do caos. Uma mão apertou meu pulso. Outra pressionou um pan

idamente. A última coisa que ouvi antes de perder a

voz de Carla, um suss

m isso depois da festa, não durante

om alguém. "Não vou pag

o, um plano de donzela em perigo para fazer de Guilherme seu herói. Mas se

les não fossem

stá fingindo?", perguntou u

la", respondeu outra voz,

do, e a voz de Car

os, sentindo a textura áspera do cinto do homem perto de mim. Havia um coldre de a

barco vibrava pelo chão. O ch

homem. Era Victor Cain, um rival de negócios i

um barco, ind

dade, o barco parou. Ouvi o som

ejou. "Olha o que eu tenho aqui. Seu novo amor e su

para o meu rosto. Mantive meus

barcos se aproximando - a equ

stava

são uma máscara de fúria fria. Mas quando a câmera se moveu para Carla, que ti

ibrando de raiva. "Se você machucar um único fio de c

gui impedir a única lágrima que escapou e

a. Era por isso que eu estava fazendo tudo isso.

e feio. "Acho que não vou

rma inconsciente de Carla. Fomos empurradas par

um enorme respingo e, com pesos pesados pres

ncia de fingir estar inconsciente.

ando o salto afiado de um sap

haçou. Cacos dele cortaram meus braços e pernas enquanto o oceano entrav

fície. Meus pulmões estavam queimando. Rompi o ar

o flutuante da caixa quebrada

inha voz um coaxar rouco. "

e teria um lar. Ele não seria

ovisada em direção às luzes dista

ça, desencadeada pelo frio e pel

ra afrouxou. Eu não

útil, começou a afunda

tilante, para as luzes dist

is

gura mergulhando em minha direção, uma mão se estendendo. Uma alucin

estava encarando o teto branco e

do. "Você acordou! Graças a Deus! V

to. Não sabemos quem você é, não há identidade, ninguém veio

nhão seco. "Alguém...

." Ela suspirou. "A outra mulher, porém, Carla Pires? O noivo dela

libertação. Um sorriso triste

ealmente

tida suave na porta. Uma vo

íli

eu fôlego ficou p

irmão,

eis, inundaram meus olhos e

sua voz embargada de emoção enquanto corri

á tudo bem, Emília", ele sussurrou, acariciando me

se despedaçou. Agarrei-me a ele e solucei, meu corpo tremendo c

am. Jonas me segurou, seus braços uma presença

ira enquanto Jonas me guiava lentamente em

s, sua voz calma e firme. "O

ra olhou,

colhendo abaixo de nós. O jatinho particular subiu atra

minha bochecha e olhei pela j

deus ao homem que est

Estamos quites agora.

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Morrendo por Sua Verdadeira Felicidade
Morrendo por Sua Verdadeira Felicidade
“Em São Paulo, todos sabiam que Guilherme Almeida vivia por mim, Emília Vasconcelos. Ele era minha sombra, meu protetor, meu mundo, e nosso futuro parecia inevitável. Mas enquanto eu morria de ELA, ouvi-o sussurrar: "Emília, meu dever com você está cumprido. Se houver uma próxima vida, eu rezo para poder ficar com a Carla." Meu mundo se estilhaçou. Sua devoção de uma vida inteira não era amor, mas culpa por Carla Pires, uma mulher que tirou a própria vida depois que ele a deixou. Renasci e encontrei Guilherme com amnésia, profundamente apaixonado por Carla. Para lhe dar a felicidade que ele realmente desejava, escondi meu próprio diagnóstico de ELA precoce e rompi nosso noivado, dizendo aos pais dele: "Não vou acorrentá-lo a uma mulher moribunda por um senso de dever que ele nem se lembra." Apesar dos meus esforços, a insegurança de Carla a levou a me incriminar, acusando-me de jogar fora seu anel de noivado e de incendiar a mansão. Guilherme, acreditando nela, me jogou em um poço de lama e mais tarde me sufocou, rosnando: "Você não vale nem um cachorro. Pelo menos um cachorro é leal." Durante um sequestro, salvei Carla, quase morrendo no processo, apenas para acordar em um hospital e descobrir que Guilherme não poupou despesas por ela, enquanto eu fui deixada para morrer. Por que ele a escolheu, mesmo quando seu corpo instintivamente se estendia para mim? Por que ele acreditou nas mentiras dela? Eu havia lhe dado tudo, até minha vida, para libertá-lo. Agora, eu estaria verdadeiramente livre. Casei-me com meu irmão, Jonas, que sempre me amou, e deixei Guilherme para trás, sussurrando: "Seja feliz, Guilherme. Estamos quites agora. Nunca mais vou te ver."”
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