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Morrendo por Sua Verdadeira Felicidade

Capítulo 6 

Palavras: 845    |    Lançado em: 08/08/2025

do das chamas. A mansão dos Almeida

segura, segurando o anel. Eu sabia que não

Carla. "Foi ela! A Emília fez isso! Ela está tentando

m fio nítido e claro

o barulho, uma voz que

íli

tigo quarto no segundo andar. Sua silhueta era emoldu

", ele gritou, sua vo

inha voz era uma coisa engasg

em seus olhos, e por um momento perigo

o sentimento. É apenas instinto, dizia. Ele foi cri

sta era

rama a poucos metros de mim, suas cost

r dele e imediatamente apontando um dedo trêmulo

i os olhos de Guilherme. Eles estavam selvage

, perguntei, minha vo

har sombrio e indecifr

tive minha resposta. E

sse ele, sua voz um rosnado baixo, "você p

rer se ele me deixar. Finalmente entendi seu plano. Ela não queria apenas que eu fosse emb

s eles o que queriam. Eu

m ousaria me levar para a delegacia", eu disse, com um tom z

e fúria. Minha ousad

"Qual é o problema, Guilherme?", murmurei, minha voz baixa e sedutora. "

mão disparou, agarrando meu braço e me empurrando contra o muro do j

raiva e nojo. "Não sei o que você era para mim antes, mas agora

"Mas você é útil. Você será o pano de fundo perfeito para

ha visão começou a nadar. Lutei

para longe. Tropecei, me segurando no muro

ias", ele gritou por cima

nsagem rápida para Jonas: É ho

Entendido. Estou na cidade. Ligue

e sozinha. Apoiei-me nos tijolos frios, meu braço latejando. Olhei para cima

eno e fraco. "Estarei lá"

estaria completa. Ele est

xuosa. O amor por seu filho, e sua insistência teimosa, venceram. O salão de b

eguiram enquanto eu

concelos? Pensei que ela e

be. Se apaixonou por essa

ava idolatrar o chão

osa, balançou a cabeça. "Que tragédia. Se eu soubesse que isso

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Morrendo por Sua Verdadeira Felicidade
Morrendo por Sua Verdadeira Felicidade
“Em São Paulo, todos sabiam que Guilherme Almeida vivia por mim, Emília Vasconcelos. Ele era minha sombra, meu protetor, meu mundo, e nosso futuro parecia inevitável. Mas enquanto eu morria de ELA, ouvi-o sussurrar: "Emília, meu dever com você está cumprido. Se houver uma próxima vida, eu rezo para poder ficar com a Carla." Meu mundo se estilhaçou. Sua devoção de uma vida inteira não era amor, mas culpa por Carla Pires, uma mulher que tirou a própria vida depois que ele a deixou. Renasci e encontrei Guilherme com amnésia, profundamente apaixonado por Carla. Para lhe dar a felicidade que ele realmente desejava, escondi meu próprio diagnóstico de ELA precoce e rompi nosso noivado, dizendo aos pais dele: "Não vou acorrentá-lo a uma mulher moribunda por um senso de dever que ele nem se lembra." Apesar dos meus esforços, a insegurança de Carla a levou a me incriminar, acusando-me de jogar fora seu anel de noivado e de incendiar a mansão. Guilherme, acreditando nela, me jogou em um poço de lama e mais tarde me sufocou, rosnando: "Você não vale nem um cachorro. Pelo menos um cachorro é leal." Durante um sequestro, salvei Carla, quase morrendo no processo, apenas para acordar em um hospital e descobrir que Guilherme não poupou despesas por ela, enquanto eu fui deixada para morrer. Por que ele a escolheu, mesmo quando seu corpo instintivamente se estendia para mim? Por que ele acreditou nas mentiras dela? Eu havia lhe dado tudo, até minha vida, para libertá-lo. Agora, eu estaria verdadeiramente livre. Casei-me com meu irmão, Jonas, que sempre me amou, e deixei Guilherme para trás, sussurrando: "Seja feliz, Guilherme. Estamos quites agora. Nunca mais vou te ver."”
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