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Morrendo por Sua Verdadeira Felicidade

Capítulo 2 

Palavras: 927    |    Lançado em: 08/08/2025

Os Almeida haviam concordado, seus rostos uma mistura de cora

rredor, a Sra. Almeida me alcanço

e. "Eu sei que você já se decidiu. Mas.

a ia pedir antes

ntes. "Ele não confia em nós. Mas você... ele pode te ouvir. Nós só o queremos

, se Guilherme me visse, alguma parte adormecida de sua me

ocupados com a empresa, Emília. Não conseguimos

, nascidas de uma vida inteira de amor

que a esperança de

eria comovido pela minha pr

cabana à beira de um lago, a horas da cidade. Era

madeira instável, jogando pedras na água. Ele usava roupas que não eram suas -

ira. Meu olhar se demorou nele e, naquele insta

e perguntou. Sua v

tendo minha própria voz calma. "

se franziram. "Eu não vou voltar

onhecia falava comigo com um calor que era só meu. A voz desse estranho f

ires, com o cabelo penteado para trás, a água esco

irou da água, envolvendo uma toalha grande em seus ombros. Ele se preocupou

stava esculpindo. Ele o colocou na mão

ou sua bochecha. "Não deixe ninguém te ver, bobo", ela sussurrou, puxand

ido por três semanas antes de o encontrarmos. Ele

ombro dele. Ela congelou. Sua mão disparou, ag

ar, sua voz aguda e em pânico. "Ele estava ferido

seus olhos. Eu não precisei dizer u

nsificou. "Por favor, não o leve embora de mim. Eu sei quem você é. Você é a

ervava Carla, sua expressão feroz e protetora. Ele era um cã

dor e alívio. Ele realmente a ama

ia prendê-lo a mim com um passado que ele

", eu disse calmamente, minha voz ti

olhou,

ar os dois para casa

se arregala

nha lógica fria e clara, "ele não virá

tou e ele voltou para mim, ele ficou frenético para encontrá-la. Mal comia ou dormia.

m, era tarde demais. Ela havia

instalado sobre ele, uma sombra permanente. E essa sombra se

ia isso acont

gentil, mas firme. "Os pais dele sabem de você

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Morrendo por Sua Verdadeira Felicidade
Morrendo por Sua Verdadeira Felicidade
“Em São Paulo, todos sabiam que Guilherme Almeida vivia por mim, Emília Vasconcelos. Ele era minha sombra, meu protetor, meu mundo, e nosso futuro parecia inevitável. Mas enquanto eu morria de ELA, ouvi-o sussurrar: "Emília, meu dever com você está cumprido. Se houver uma próxima vida, eu rezo para poder ficar com a Carla." Meu mundo se estilhaçou. Sua devoção de uma vida inteira não era amor, mas culpa por Carla Pires, uma mulher que tirou a própria vida depois que ele a deixou. Renasci e encontrei Guilherme com amnésia, profundamente apaixonado por Carla. Para lhe dar a felicidade que ele realmente desejava, escondi meu próprio diagnóstico de ELA precoce e rompi nosso noivado, dizendo aos pais dele: "Não vou acorrentá-lo a uma mulher moribunda por um senso de dever que ele nem se lembra." Apesar dos meus esforços, a insegurança de Carla a levou a me incriminar, acusando-me de jogar fora seu anel de noivado e de incendiar a mansão. Guilherme, acreditando nela, me jogou em um poço de lama e mais tarde me sufocou, rosnando: "Você não vale nem um cachorro. Pelo menos um cachorro é leal." Durante um sequestro, salvei Carla, quase morrendo no processo, apenas para acordar em um hospital e descobrir que Guilherme não poupou despesas por ela, enquanto eu fui deixada para morrer. Por que ele a escolheu, mesmo quando seu corpo instintivamente se estendia para mim? Por que ele acreditou nas mentiras dela? Eu havia lhe dado tudo, até minha vida, para libertá-lo. Agora, eu estaria verdadeiramente livre. Casei-me com meu irmão, Jonas, que sempre me amou, e deixei Guilherme para trás, sussurrando: "Seja feliz, Guilherme. Estamos quites agora. Nunca mais vou te ver."”
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