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PERDIDA EM TI

Capítulo 5 Conheci o Dr. Rossetti, meu psiquiatra

Palavras: 1843    |    Lançado em: 11/08/2025

te segura ao mesmo tempo. As paredes nuas, decoradas apenas com diplomas e quadros abstratos, pareciam abs

de ajuda. Que esse tal Dr. Rossetti era "a chave" para desbloquear o que minha memória se recusava a mostrar. Sua voz

tava prestes a enfrentar algo que poder

m aquele olhar intenso que parecia atravessar até a alma. O Dr. Rossetti t

estendendo a mão -.

uma faísca desconfortável que me fez retir

- disse ele, sentando-se diante d

ecisava de nada, que tudo era um engano. Mas a ver

onsegui dizer

ntiu com

mbranças fragmentadas - murmurou -. Nossa mente

a mistura de náusea e alívio. Seria possível que

r começando a aparecer na minha testa

o? - perguntou suavemente -. O que

havia uma parte de mim que desejava agarrar qualq

. Flores vermelhas, cheiro de terra

ou algo em seu cade

efúgio, desejo de proteção - di

percorreu mi

erguntei, com

uilo que nos proteg

brio e seu abraço possessivo. Seria ele

pidos por uma nova sensação, um

urdo de um relógio marcando o tempo e minha própria respiração acelerada

medo - dizia -. Estou

ais forte, e a c

etti, me perguntando se ele poderia me aj

ê me veja? - perguntei, com uma mi

mento, e depois falou num tom q

precisa de alguém fora do

a tomar conta de mim. Que círculo se

-. Está aqui para me a

mim, um sorriso que tinha

é muito tênue - disse -. Mas prometo que minh

e ao mesmo tempo um aviso. Eu sabi

sionar e relaxar ao mesmo tempo. O suor frio, a náusea

a entre nós, que despertava algo inesperad

o olhar de Vittorio sobre mim, como um peso invis

mão sem permissão, num gesto

- perguntou com voz ba

or frio escorrer pelas minhas c

i você está segura. Mas não es

ele me rasgou. Era uma

tada começou a surgir lentamente, como um

ensos, um grito sufocado, uma mão

imaginado se borrava, e e

dormir, um novo pensamen

errar não fosse a que eu esperava? E se eu enfre

meus ossos, e senti que algo

curo e

ouvi um sussurro no escuro, uma voz

disse a voz -. Ele

virou

me avisand

oração acelerado, como se uma tempestade

rrante ecoava na minha cabeça

Tinha aquela habilidade inquietante de fazer o amb

m guardar segredos infinitos, e eu me perguntei qu

e, abrindo sua pasta -. Gostaria que você m

e o abismo. Eu quase não os lembrava, m

se um sussurro -. Havia rosas, mas também espinhos. Se

, anotando d

talina. As rosas, seus desejos e espera

m o desejo, o medo se infiltrava em cada respiração. Vittorio não es

- perguntou Rossetti -. Você

gir. Mas só veio um lampejo: uma mão estendi

miti -. Só sei

perfume, um cheiro de madeira e terra molhada, que me fe

memória - disse com voz baixa -.

o-se com a náusea que sempre me acompanhava. Era uma mistura de desejo e perig

que antes. Vittorio, aproximando-se de mim na penumbra, sua

e, Catalina. Eu

e me fez me afastar, uma sombra

cebeu minha tensão

perar é uma batalha - disse

pegar a essa promessa, mas a c

i? - perguntei -. E

uma mistura de co

os juntos. Mas primeiro, devemos

iu abruptamente e uma enfe

lina. Para ajudar

r e ao medo. Peguei o copo tremendo e bebi deva

receu sem avisar, com aquele sorris

- perguntou, sua voz um s

ssão, um calor subindo do peito,

di -. Mas acho que

meu rosto entre as mãos,

, Catalina. Mesmo que às

mesmo tempo. Eu sabia que por trás daquela tern

eu enquanto me entregava àquele abraço

ar mais forte. Fragmentos de memórias que eu não queria enfrentar

de Vittorio, como um farol

o se entrelaçava numa dança peri

o frio no pulso. Abri os olhos e vi uma nota des

erca. A verdade é mais

ulso

aquela nota? E que

insuportável, e soube que a ba

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PERDIDA EM TI
PERDIDA EM TI
“Catalina acorda em uma clínica de luxo à beira-mar sem lembrar como chegou ali. Dizem que ela teve um colapso nervoso. Que alguém muito importante a salvou. Esse "alguém" é Vittorio Leone, um jovem enigmático que afirma ser seu noivo. Rico, culto, com olhos que não piscam quando mente. Ele fala sobre a história dos dois, sobre viagens juntos, sobre um amor intenso. Mas Catalina não se lembra de nada. Nada... exceto o gosto metálico do medo quando ele se aproxima. A cada dia, algo não se encaixa. Uma enfermeira a vigia demais. As portas ficam trancadas. E seu corpo, traidor, reage com desejo à proximidade de Vittorio. É amor? Dependência? Uma mentira repetida até se tornar verdade? Quando Catalina encontra uma velha gravação em seu celular, a verdade se distorce: foi ela mesma quem pediu para ser trancada. E avisou: "Se eu chegar a esquecer disso... não confie em Vittorio. Nem em você." Agora, Catalina precisa recuperar a memória antes de perder a sanidade... ou se apaixonar por seu carcereiro.”