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PERDIDA EM TI

Capítulo 4 Sinto uma atração inexplicável

Palavras: 1949    |    Lançado em: 11/08/2025

. A luz que entrava pela janela ficava presa em sua pele, dourada e perfeita, e

quisesse me avisar que eu não podia confiar naquele homem nem por mais um segundo. E, no entanto,

ímã invisível e perigoso que me

baixa e rouca, como se falasse

sto amargo na boca, mistura de

espondi, tentando s

na beira da cama e segurou minha mão. Não perguntou mais nada. Não insistiu. Ap

nda de um apartamento no centro, o sol acariciava minha pele e Vittorio me olhava com a mesma inte

quebrado. Minha memória continuava fragmen

u Vittorio, agora com a voz

fora, me paralisava. Mas, ao mesmo tempo, sentia que era o que eu precis

e finalmente -, m

quela mistura de carinho e posse que

que me lembravam uma pintura impressionista. O aroma do jasmim e da terra úmida me envolveu,

, cada movimento. Eu me sentia observada, julgada, pre

seu calor, sua presença como

reciam sangrar sob a luz do sol. Estendi a mão e toquei um espinho

u minha mão e a beijou. Sua boca e

ussurrou -, mas mai

da, me fez duvidar de tudo. Seria possível que ele realmente

meus pensamentos se p

de entrando pelas cortinas. Vittorio estava à minha

- ele havia me dito -. Você é

o quebrando. A sensação de alg

ia, suada, com o coração

a a biblioteca. Um lugar escuro, cheio de liv

o. Ele ficou atrás de mim, com as

disse com voz suave -. Às vezes

essa uma memória verdadeira, ou apenas uma m

sussurrou, baixando a voz -

s olhos encontrei uma mistur

uê? - p

não há futuro. E se

ção ficava curta. Não sabia se era medo o

sozinha no quarto, observando as paredes. Sentia que

eu fora. Seus olhos estavam apagados, sua pele pálida, mas na prof

mulher? A que

sos. Vittorio estava

stá aí? -

se

fechou a port

uela atração inexplicável, aquele p

do - sussurrou

não soube se era uma a

r. Senti seu hálito quente contra minha pele, e o calor do seu corpo me envolveu. O ar fi

espondia. Era como se estivesse presa em um

s olhos, tentando me agarrar a algo sólido, a uma lembrança que não me abandona

ava mais perto, tão perto qu

isse com voz rouca -. Só qu

terior. Uma parte de mim queria acreditar nele, precisava acreditar que

eu fugir, para não confiar,

e encontrei novamente naquele momento tu

io e medo. Vittorio estava ali, suas mãos firmes, mas suaves, me cobrindo

le me disse -. Não pode

sentindo que me afogava

do Vittorio segurou meu rosto entre a

não estou pedindo que esqu

eu pudesse evitar. Culpa, desejo, medo e esper

sozinha? - perguntei

stante, e quando os abriu, vi

- respondeu -. Porque não sei c

u sobre mim como uma laje,

entre nós cresceu, como um

avra contida era um campo minado d

la e mostrou o mar que se estendia além da

ra longe - disse -. Onde n

a desesperada, mas ao mesmo tempo me lembrou da

a pele arrepiada pela mistura de desejo e medo

nte, mas só existíamos nós dois. Suas mãos na minha cintura, seus lábi

o abandono

o, com o cora

ttorio entrou com uma taça de vinho, seus

- perguntou, es

abeça, mas min

s tocaram meu pescoço num beij

r nada agora - sussurrou

a e desejo me desarmou, e po

r, vi um lampejo que n

r? Ou c

ormaram num vai e vem const

etor, mas também o controlador

ão e repulsa, entre a

, cada flashback doloros

a a caminhar pelo jardim, minha mão toc

hando em

isso? - perguntei, com

, um sorri

Catalina. Mesmo que v

ambém o desejo de romper e

m silêncio pesado que se i

um barulho estranho. Levantei-me com o c

lando ao telefone com algu

ritava que alg

e ele me olhou através do vidro

e com isso - dis

sação de que algo estava escondido, a

to me deitava, um pensament

ar alguém que tam

a sobreviver a essa luta co

ar, e justo quando eu me rendia

te, deixando entrar uma s

so percorreu

- perguntei, c

ceu, e o silêncio

o tinha cert

mo de m

cama, senti que algo h

não poderia escapar desse labir

e encontra seu caminho. E a min

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PERDIDA EM TI
PERDIDA EM TI
“Catalina acorda em uma clínica de luxo à beira-mar sem lembrar como chegou ali. Dizem que ela teve um colapso nervoso. Que alguém muito importante a salvou. Esse "alguém" é Vittorio Leone, um jovem enigmático que afirma ser seu noivo. Rico, culto, com olhos que não piscam quando mente. Ele fala sobre a história dos dois, sobre viagens juntos, sobre um amor intenso. Mas Catalina não se lembra de nada. Nada... exceto o gosto metálico do medo quando ele se aproxima. A cada dia, algo não se encaixa. Uma enfermeira a vigia demais. As portas ficam trancadas. E seu corpo, traidor, reage com desejo à proximidade de Vittorio. É amor? Dependência? Uma mentira repetida até se tornar verdade? Quando Catalina encontra uma velha gravação em seu celular, a verdade se distorce: foi ela mesma quem pediu para ser trancada. E avisou: "Se eu chegar a esquecer disso... não confie em Vittorio. Nem em você." Agora, Catalina precisa recuperar a memória antes de perder a sanidade... ou se apaixonar por seu carcereiro.”