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Dez Anos Como Pupila

Capítulo 4 No.4

Palavras: 505    |    Lançado em: 12/08/2025

io, Alice removeu Heitor de

usaria esse tempo para arrancá

casa, a casa es

rão para si mesma. Enquanto comi

não voltaremo

to de um jantar à luz de velas e outr

remeram. Ela respon

do grupo do colégio. Eles estavam

outro lado do país, ela decidiu ir. Ser

rupo mencio

la, o Sr. Alves voltou de uma viagem de negócios no exterior

agora um gelo, tornando

te respondeu:

fessado e sido rejeitada. Eles não s

te, ela dor

Heitor. Ela tinha oito anos. Ele a olhou

obressalto, o rosto

e o início, ela teria reconhecido

o todo o seu afeto, apenas para vê-

e viu a mala chei

as até e

r tudo fora, esv

baixo e encontrou Heitor e Clara, qu

sta. "Onde você vai

de", disse ela calmamente. "São apenas alg

ela e a jogou na pilha de doações perto

de Alice

ala estivesse cheia de presentes que ele

discussão. "Não há necessidade de se mudar pa

nas em Clara. Ele não se i

scadas sem diz

guntar baixinho: "E

guiu. "Ela é adulta agora. Prec

escada, depois continuou camin

ra. Ela seguiria s

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Dez Anos Como Pupila
Dez Anos Como Pupila
“Por dez anos, eu amei secretamente meu tutor, Heitor Alves. Depois que minha família desmoronou, ele me acolheu e me criou. Ele era o meu mundo inteiro. No meu aniversário de dezoito anos, juntei toda a minha coragem para confessar meu amor por ele. Mas a reação dele foi uma fúria que eu nunca tinha visto. Ele jogou meu bolo de aniversário no chão e rugiu: "Você enlouqueceu? Eu sou seu TUTOR!" Em seguida, ele rasgou impiedosamente em pedaços a pintura que levei um ano para fazer - minha confissão. Poucos dias depois, ele trouxe para casa sua noiva, Clara. O homem que havia prometido esperar que eu crescesse, que me chamava de sua estrela mais brilhante, havia desaparecido. Minha década de amor desesperado e ardente só conseguiu queimar a mim mesma. A pessoa que deveria me proteger se tornou a que mais me machucou. Olhei para a carta de aprovação da USP em minha mão. Eu tinha que ir embora. Tinha que arrancá-lo do meu coração, não importava o quanto doesse. Peguei o telefone e disquei o número do meu pai. "Pai", eu disse, com a voz rouca, "eu decidi. Quero ir ficar com você em São Paulo."”