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Dez Anos Como Pupila

Capítulo 5 No.5

Palavras: 511    |    Lançado em: 12/08/2025

o. Heitor e Clara saíam de manhã e só voltav

antes de sua partida, ela

a pegou. Este era um brinde à sua juv

entiu um pouco tonta e foi

a sala privada, ela viu Heitor,

alguém na sala falando sobre o noivado imin

a voz familiar

s assuntos dela não sã

, e murmurou: "Eu sou adulta. Sou sensata. De a

depois ao banheiro para jogar água fr

um Heitor embriagado. S

ou: "Heitor!" Ela se jogou nos braços d

osamente e a pegou no colo, no

i por um longo

chorando?", pergunt

rriso. "Um cílio e

unca namoraria ninguém, que ele apenas te p

s dois temos nossas próprias vidas para viv

e pensei que ele era seu namorado.

re as pessoas eram predestinados. Ela e Heit

viu Heitor e Clara espera

em casa. Você está ficando cada v

e. "Você tem ele para te proteger agora, e terá um namo

os olhos baixos. Come

ra, inclinando-o em direção a ela, sua pr

ra ela, sempre inclinando-o em sua direção. Ele costumava dizer

seu vestido branco, traz

i e caminhou s

s ela seria seu próprio girasso

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Dez Anos Como Pupila
Dez Anos Como Pupila
“Por dez anos, eu amei secretamente meu tutor, Heitor Alves. Depois que minha família desmoronou, ele me acolheu e me criou. Ele era o meu mundo inteiro. No meu aniversário de dezoito anos, juntei toda a minha coragem para confessar meu amor por ele. Mas a reação dele foi uma fúria que eu nunca tinha visto. Ele jogou meu bolo de aniversário no chão e rugiu: "Você enlouqueceu? Eu sou seu TUTOR!" Em seguida, ele rasgou impiedosamente em pedaços a pintura que levei um ano para fazer - minha confissão. Poucos dias depois, ele trouxe para casa sua noiva, Clara. O homem que havia prometido esperar que eu crescesse, que me chamava de sua estrela mais brilhante, havia desaparecido. Minha década de amor desesperado e ardente só conseguiu queimar a mim mesma. A pessoa que deveria me proteger se tornou a que mais me machucou. Olhei para a carta de aprovação da USP em minha mão. Eu tinha que ir embora. Tinha que arrancá-lo do meu coração, não importava o quanto doesse. Peguei o telefone e disquei o número do meu pai. "Pai", eu disse, com a voz rouca, "eu decidi. Quero ir ficar com você em São Paulo."”