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Dez Anos Como Pupila

Capítulo 7 No.7

Palavras: 502    |    Lançado em: 12/08/2025

Alice ficou

ra inúmeras vezes estava

dela. Ela se encolheu como se tivesse levad

mas sua carícia só se

a voz grossa de desejo. As palavras

a confundin

a empurrou para a cama. O choque a

ritou, a voz rouca de an

, depois a puxou para seus braços, segurando-a

ar, mas sua voz rouc

a ficar, ou para a mulher

la se sentiu impotente, incapaz de

va, e o cansaço f

a ver Heitor de pé ao lado da cama, olhan

stá na minha ca

rmelho. Ela queria explic

oz cheia de decepção e nojo. "Se isso acontecer de novo, pod

implesmente pediu desculpas. Mesmo que co

aria em São Paulo, e desaparec

as desgrenhadas firmemente ao red

rta, encontrou Clara

am em choque. "Por que você es

a evitou o olhar de Clara e fugiu

afiados e perscrutadores. "

ergonha. Você subiu na cama de

va baixa. Qualquer exp

Clara. "Nós brigamos, e vo

de novo, vou garantir que você seja expulsa de

parede, toda a força

sos de Clara pareciam uma mão i

s emoções que ela suprimiu por tanto tempo fin

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Dez Anos Como Pupila
Dez Anos Como Pupila
“Por dez anos, eu amei secretamente meu tutor, Heitor Alves. Depois que minha família desmoronou, ele me acolheu e me criou. Ele era o meu mundo inteiro. No meu aniversário de dezoito anos, juntei toda a minha coragem para confessar meu amor por ele. Mas a reação dele foi uma fúria que eu nunca tinha visto. Ele jogou meu bolo de aniversário no chão e rugiu: "Você enlouqueceu? Eu sou seu TUTOR!" Em seguida, ele rasgou impiedosamente em pedaços a pintura que levei um ano para fazer - minha confissão. Poucos dias depois, ele trouxe para casa sua noiva, Clara. O homem que havia prometido esperar que eu crescesse, que me chamava de sua estrela mais brilhante, havia desaparecido. Minha década de amor desesperado e ardente só conseguiu queimar a mim mesma. A pessoa que deveria me proteger se tornou a que mais me machucou. Olhei para a carta de aprovação da USP em minha mão. Eu tinha que ir embora. Tinha que arrancá-lo do meu coração, não importava o quanto doesse. Peguei o telefone e disquei o número do meu pai. "Pai", eu disse, com a voz rouca, "eu decidi. Quero ir ficar com você em São Paulo."”