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Dez Anos Como Pupila

Capítulo 8 No.8

Palavras: 576    |    Lançado em: 12/08/2025

o ronco de um motor de carro lá f

nte e encolheu-se na cama

ma ligação de sua mãe. Após um m

e. "Você realmente nos envergonhou! Subindo

de Alice. Após o divórcio de seus pais, sua mã

em que demonstrou "preocupação" ativamente foram para r

a voz trêmula. "Por que você

ondeu com nojo: "Se você comprometer minha posição na

ce olhou para a tela pr

força, recusando-se a d

prezava deixaria a famí

a. Alice estava ocupada com seus preparativos

vo de mensagens e clicou em seu contato, que estava fixado no to

dez anos que ela não lhe

cebeu um lembrete de voo.

tagem de Clara. Era uma foto dela e de Heitor

cebeu uma men

sário dele só comigo. Esper

deitado em uma cama d'água de roupão. Os ombros de C

rônico. Ela fechou o aplicativo silenciosament

pegou seu caderno de esboços e

Ela jogou fora cada última

ia de chinchila na mesa de centro da sala, bem

do sua luz. De agora em diante, ela seri

pintura que ela havia feito dele e

Desejo a você uma vida feliz

a, desativou suas contas e restaurou seu

asa em que viveu por dez anos

elado iluminava as luzes da cidade ab

ais olharia

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Dez Anos Como Pupila
Dez Anos Como Pupila
“Por dez anos, eu amei secretamente meu tutor, Heitor Alves. Depois que minha família desmoronou, ele me acolheu e me criou. Ele era o meu mundo inteiro. No meu aniversário de dezoito anos, juntei toda a minha coragem para confessar meu amor por ele. Mas a reação dele foi uma fúria que eu nunca tinha visto. Ele jogou meu bolo de aniversário no chão e rugiu: "Você enlouqueceu? Eu sou seu TUTOR!" Em seguida, ele rasgou impiedosamente em pedaços a pintura que levei um ano para fazer - minha confissão. Poucos dias depois, ele trouxe para casa sua noiva, Clara. O homem que havia prometido esperar que eu crescesse, que me chamava de sua estrela mais brilhante, havia desaparecido. Minha década de amor desesperado e ardente só conseguiu queimar a mim mesma. A pessoa que deveria me proteger se tornou a que mais me machucou. Olhei para a carta de aprovação da USP em minha mão. Eu tinha que ir embora. Tinha que arrancá-lo do meu coração, não importava o quanto doesse. Peguei o telefone e disquei o número do meu pai. "Pai", eu disse, com a voz rouca, "eu decidi. Quero ir ficar com você em São Paulo."”