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A Cunhada, Meu Inferno

Capítulo 2 

Palavras: 1181    |    Lançado em: 14/08/2025

penas uma vez ante

líc

nte como ela se lembrava. Havia uma n

pedir que sua própria voz tremes

ele falou novamente, sua voz havia p

me dizer para nunca mais entrar

era justa.

dizer. Ela não conseguia explicar os anos de esperan

Ela podia ouvir o som fraco do trânsito do lado dele, a

á? - ele pergun

uma oferta de ajuda

ital das

os - disse ele, sem um pi

ou tonta. Mas então, um lampejo de seu antigo eu

Eu... eu tenho algumas coisas para faze

a, perigosa e absolutamente intransigent

a fico

e. Ele havia interrompido uma negociação de milhões de reais no meio da frase para atender a ligaç

alm

o conselho médico, os papéis da alta um testemunho de sua rebelião silenciosa. A dor e

queno cartório no centro da

ada no divórcio - disse ela ao funcionário, s

com olhos cansados, digitou o nome dela no si

cia D

E Caio

- Senhora, não há nenhum ca

ível. Nós nos casamos na Igreja Nos

ido de uma pena que fez a pele de Alícia arrepiar. - Mas a certidão

. - Ele virou o monitor ligeiramente. - Caio Sampaio é legal

para um no

ma Cami

mais respirar. Não era um casamento de fachada. Era um casamento inexistente. Toda a sua vida nos últimos seis meses, a humilh

o trânsito, as sirenes, a conversa das pessoas - desapareceram em um rugido surdo. O

ou no bolso. Uma

uito pela nossa briga. Estou indo para

a voltando para "casa". Para a casa falsa d

ensagem

imeiro encontro no Bixiga? Vou pegar um pouc

promessas - foi uma nova facada de dor. Ela sentiu uma sensação de rasgo

lo uma última vez

Caio tentara criar uma cena de felicidade doméstica. Velas estavam acesas. Sua Bossa Nova favorit

, a voz suave de alívio. Ele se adia

ana de uma bailarina. - Comprei algo para você. Para dizer

de sua companheira costumava ficar. O espaço estava vazio porque

- ela pergunt

Camila se sentiu tão mal com isso. Ela está tã

as mãos dela. As dele estava

emos que ser pacientes com ela. Ela passou p

verdade*, sua

dela era tão imensa que se tornara uma calma estranha e sil

la, afastando as mãos. -

a observou, um lampejo de inquietação em seus olhos. Ele sentia q

cia,

de presente que ela ainda carregava em sua

u para fora, pousando com a face p

ra pegá-la, mas e

rou a pequena imagem em preto e branco, uma carranca

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A Cunhada, Meu Inferno
A Cunhada, Meu Inferno
“As portas da igreja se abriram e o dia do meu casamento se estilhaçou. Meu noivo, Caio, virou-se para longe de mim no altar, seus olhos fixos em sua cunhada grávida, Camila. Ele a conduziu pelo corredor como se ela fosse a noiva, me deixando para trás, uma estátua de renda branca. Ele implorou para que eu ficasse, prometendo seu amor, alegando um dever para com seu irmão falecido. Tola, eu acreditei nele, apenas para encontrar as malas de Camila já em nossa nova casa.”
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