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A Cunhada, Meu Inferno

Capítulo 3 

Palavras: 1205    |    Lançado em: 14/08/2025

go tocando seus lábios. Ela pegou a foto da mã

ê é bom com plantas e projeto

uena forma enrolada. O vislumbre de uma vida. Ele olhou da foto para ela, sua boc

e para a sala de estar e sentou-se no sofá, de

. Podia sentir uma parede entre eles

lado do sofá, tentando encontrar o olhar dela. - Me desculpe.

dela, seu toque u

nto, a porta da

os casacos de caxemira de Caio. Ela

ndo os viu, seus olhos captando a cena. Seu sorriso vacilou para

ma performance per

entre a mulher que amava e a mulh

ue sou um fardo. É que... se meu marido ainda estivesse aqui...

Ele olhou para Alícia, sua expressão

- Você pode... esperar aqui por mim

em branco. - Tudo bem - disse ela. Sua voz

qualquer gritaria poderia. Ele hesito

- disse ele, como se isso p

ou a cabeça e puxou um cobertor s

Camila, se afastando. A porta da frente se f

. Uma onda de agonia, aguda e feroz, rasgou seu abdômen. A d

pedir ajuda, mas sua garganta estava apertada. O único

Ca

z de Camila enquanto entravam no carro.

e ficou acordado a noite toda, abraçando-a, fazendo chá para ela. Aquele homem se fora. Seu amor,

física quanto emocional, era demais. Seu c

va flutuando em um

lado de sua cama, o rosto gravado de pr

nundando sua voz. - Você me assustou. Deve ter

riado. Ele achava que

a - disse Alícia, a voz vazia. - El

pessoa. - Ele apertou a mão dela. - Mas é com você que eu quero construir um futuro. Deveríamos

transformou em ácido. Um bebê. Ele queria um beb

se ela, afastando a m

se inclinou e beijou sua testa. O toque de seus lábios em sua pele parecia

sando cada mentira, cada traição. Pensou em seu filho

o do quarto, ela se levantou e saiu para o ar

perto da piscina, u

ltar para dentro, mas a

spe

s surpreendentemente rápidos para uma mulh

ra conversar - diss

ssurro conspiratório. - Caio te ama. Eu sei disso. Mas ele tem

a. Estou apenas pedindo para você aceitar o seu lugar. Seja a amante d

ata. Ela pensou em seu próprio bebê, aquele que nunca nasceria. Pen

z se instalou sobre ela. Er

ícia, a voz uniforme. - O be

o de suspeita em seus olhos. Ela

a as coisas dessa forma -

amila deu um passo mais perto. Ela agarrou o bra

por que não posso mais t

eu corpo amolecer, puxando Alícia para fora do equilíbrio. Ela tropeçou para a frente,

o, me ajude! E

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A Cunhada, Meu Inferno
A Cunhada, Meu Inferno
“As portas da igreja se abriram e o dia do meu casamento se estilhaçou. Meu noivo, Caio, virou-se para longe de mim no altar, seus olhos fixos em sua cunhada grávida, Camila. Ele a conduziu pelo corredor como se ela fosse a noiva, me deixando para trás, uma estátua de renda branca. Ele implorou para que eu ficasse, prometendo seu amor, alegando um dever para com seu irmão falecido. Tola, eu acreditei nele, apenas para encontrar as malas de Camila já em nossa nova casa.”
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