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Meu Marido, Meu Inimigo

Capítulo 2 

Palavras: 651    |    Lançado em: 15/08/2025

e com ele, toda a força de sua persona pública. Ele chorou ao meu lado, seu rosto bonito marcado por uma convinc

que as enfermeiras e os médicos ouvissem. "Quem fez isso c

cês dois são tão apaixonados", suspirou um

. A mulher que amou este homem estava morta, assassinada no porta-malas de um carro e sang

nário da tecnologia. O filantropo. Era tudo uma atuação. Uma performance meticulos

o. O dia em que ele me pediu em casamento, cinco anos atrás. Ele prova

cariciando meus nós dos dedos em um gesto que uma vez significou conforto. Agora, era apenas ma

a franzida de preocupação.

", eu disse, m

isse, pulando para resolver

um lampejo de irritação cruzou seu rosto. Ele tentou esconder, mas eu vi.

era. Karine. Sua amante selvagem e obsessiva

tar o papel que interpretei por cinco a

. "Está tudo bem. Você deveri

s cheios de um conflito fabri

nfermeiras estão aqui. Você tem

o amor e o dever. Então ele se inclinou e beijou minha testa. "Voltarei assim que pude

rar. Mas o que ele estava realmente faze

sentia nada. Apenas uma vasta e vazia expansão onde meu coração costumava estar. O amor, a con

do que precisava descansar. Mandei as enfermeiras em

riva, um fantasma na minha própria vida. Então, com uma c

el que a policial gentil h

úmero que C

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Meu Marido, Meu Inimigo
Meu Marido, Meu Inimigo
“Suspendi um aluno de cinco anos, o Léo, por empurrar outra criança escada abaixo. Como psicóloga infantil chefe no Colégio Aruanã, uma escola de elite, eu estava acostumada com crianças difíceis, mas havia um vazio assustador nos olhos do Léo. Naquela noite, fui sequestrada no estacionamento dos funcionários, arrastada para uma van e espancada até perder a consciência. Acordei num hospital, cada centímetro do meu corpo doendo. Uma enfermeira gentil me deixou usar o celular dela para ligar para o meu marido, Franco. Quando ele não atendeu, abri o perfil dele no Instagram, meu coração batendo descontrolado de medo por ele. Mas ele estava bem. Um vídeo novo, postado há apenas trinta minutos, o mostrava em um quarto de hospital, descascando uma maçã com todo o cuidado do mundo para o garotinho que eu havia suspendido. "Papai", Léo choramingou. "Aquela professora foi má comigo." A voz do meu marido, a voz que eu amei por uma década, era um murmúrio tranquilizador. "Eu sei, campeão. O papai já resolveu isso. Ela nunca mais vai te incomodar." O chão sumiu sob os meus pés. O ataque não foi aleatório. O homem que jurou me proteger para sempre, meu amado marido, tinha tentado me matar. Pelo filho de outra mulher. Nossa vida inteira era uma mentira. Então a polícia me deu o golpe final: nosso casamento de cinco anos nunca foi registrado em cartório. Enquanto eu estava ali, destruída, lembrei do presente de casamento que ele me deu: 40% da sua empresa. Ele achava que era um símbolo de que eu pertencia a ele. Mal sabia ele que aquilo seria a sua sentença de morte.”
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