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A Vingança Dela, a Vida Arruinada Dele

Capítulo 4 

Palavras: 515    |    Lançado em: 18/08/2025

oz era um rosnado baixo. "Você está realmente di

e ele não conseguia formar palavras. Sua esposa, Clarice, finalmente

na tela. Ele era mais velho, com olhos gentis e uma exp

escute. Essa não é você. A mulher que eu treinei, a melhor pe

ocê está sofrendo. Uma dor inimaginável. Eu vi o Lucas na minha mesa. Eu prepare

uda, o homem que me guiou, que celebrou meus sucessos e me con

el, que ele lançou para Bernardo Sampaio. Era um

aição foi tão profunda

ista dele. Você olhou nos meus olhos e me disse que meu filh

Por que todas essas pessoas se alinhariam para pr

perfeito de sinceridade pesarosa. "Lucas era um bom garoto, mas ele es

ro olhar. Então, outra pess

angue

ta com quem ele ia se casar. A garota que estava

trêmula, recusando-se

o Dr. Arruda suavemente. "

uejou, sua voz quase inaudível. "Já fazia um tempo. A pressão da bolsa, de tentar corr

de cauterização ainda na min

time, o futuro que estava construindo. Ele falou sobre seus planos de se tornar profissional, de me comprar

ra. Outra, mais cr

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A Vingança Dela, a Vida Arruinada Dele
A Vingança Dela, a Vida Arruinada Dele
“Meu filho estava morto. O laudo oficial chamava de suicídio, uma overdose. Mas eu sabia que era mentira. Eu era Perita Criminal e eu mesma processei o corpo dele. As evidências gritavam assassinato. Eu recorri, sete vezes, cada vez apresentando provas irrefutáveis. Em todas elas, o Promotor de Justiça Bernardo Sampaio bateu a porta na minha cara, tratando minha dor como um delírio de louca. O sistema que eu servi por vinte anos estava protegendo um assassino. Então, eu fiz justiça com as minhas próprias mãos. Sequestrei a filha do Promotor, Laura Sampaio, e transmiti minhas exigências para o mundo. Para cada chance que ele desperdiçasse, eu usaria uma ferramenta forense nela, desfigurando-a permanentemente. O mundo assistiu, horrorizado, enquanto eu grampeava o braço dela, depois o cauterizava, desenhando finas linhas vermelhas em sua pele com um bisturi. Meu antigo mentor, Dr. Hélio Arruda, e a namorada do meu filho, Alexandra, foram chamados para me convencer, para pintar meu filho como um depressivo, para apresentar uma carta de suicídio forjada. Por um momento, eu vacilei, a dor de ser uma "mãe ruim" me esmagando. Mas então eu vi. Uma mensagem oculta na "carta de suicídio" dele, um código secreto do seu livro de infância favorito. Ele não estava desistindo; ele estava pedindo socorro. Eles transformaram seu pedido de ajuda em uma mentira. Minha dor se transformou em cinzas, substituída por uma determinação inabalável. "Eu não aceito esta carta", declarei, pressionando a caneta de cauterização na perna de Laura enquanto a Polícia Federal invadia o local.”
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