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A Vingança Dela, a Vida Arruinada Dele

Capítulo 5 

Palavras: 442    |    Lançado em: 18/08/2025

ítica de perita, assumiu o controle. "Alex", eu disse

ou a cabeça, os olhos

xiste um diagnóstico? Uma receita?", perguntei, uma s

que ninguém soubesse. Ele tinha vergonha. Ele disse..

s notas! Ele era campeão estadual! Ele tinha uma bolsa integral na USP! Ele ia para as

ocurou, Alex? Quem está te forçando a dizer isso? Foram eles?", ges

mas escorrendo pelo rosto. "N

u um pedaço de papel dobrado. Um envelope

para mim", ela soluçou.

urou para

ndo

a caligrafia familiar e bagunçada do

são é demais. Diga à minha mãe que eu a amo, ma

or um momento aterrorizante

le que não vi sua dor? Eu fui uma mãe ruim? As perguntas

urando a ferr

dor e confusão, meus olhos

é pesad

stória sobre um ursinho que carregava a lua nas costas porque tinha medo do escuro. Nós lemos juntos mil vezes. Era n

m sinal. Ele estava em apuro

istindo. Ele estav

eu pedido de socorro e

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A Vingança Dela, a Vida Arruinada Dele
A Vingança Dela, a Vida Arruinada Dele
“Meu filho estava morto. O laudo oficial chamava de suicídio, uma overdose. Mas eu sabia que era mentira. Eu era Perita Criminal e eu mesma processei o corpo dele. As evidências gritavam assassinato. Eu recorri, sete vezes, cada vez apresentando provas irrefutáveis. Em todas elas, o Promotor de Justiça Bernardo Sampaio bateu a porta na minha cara, tratando minha dor como um delírio de louca. O sistema que eu servi por vinte anos estava protegendo um assassino. Então, eu fiz justiça com as minhas próprias mãos. Sequestrei a filha do Promotor, Laura Sampaio, e transmiti minhas exigências para o mundo. Para cada chance que ele desperdiçasse, eu usaria uma ferramenta forense nela, desfigurando-a permanentemente. O mundo assistiu, horrorizado, enquanto eu grampeava o braço dela, depois o cauterizava, desenhando finas linhas vermelhas em sua pele com um bisturi. Meu antigo mentor, Dr. Hélio Arruda, e a namorada do meu filho, Alexandra, foram chamados para me convencer, para pintar meu filho como um depressivo, para apresentar uma carta de suicídio forjada. Por um momento, eu vacilei, a dor de ser uma "mãe ruim" me esmagando. Mas então eu vi. Uma mensagem oculta na "carta de suicídio" dele, um código secreto do seu livro de infância favorito. Ele não estava desistindo; ele estava pedindo socorro. Eles transformaram seu pedido de ajuda em uma mentira. Minha dor se transformou em cinzas, substituída por uma determinação inabalável. "Eu não aceito esta carta", declarei, pressionando a caneta de cauterização na perna de Laura enquanto a Polícia Federal invadia o local.”
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