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O Sacrifício Dela, O Ódio Cego Dele

Capítulo 6 

Palavras: 847    |    Lançado em: 18/08/2025

sussurrou Cora, as pal

agarrou pelos cabelos e a arrastou para o

a gente?" ela rosnou, c

esfregão sobre sua cabeça. Elas a esbofetearam, a chutar

ebrada demais para revidar. Encolhe

iu, de pé sobre ela. "Não

a tela de hematomas. Seu rosto estava inchado, s

nsaram. Uma delas chutou

uve re

u outra. "Acho q

nte começou a gritar pelos guardas. "Ei! Es

arregada e

pertences pessoais do escritório a esperavam em uma caixa de papelão na porta

dor. Não se deu ao trabalho de se limpar. Apena

ar quebrou o silêncio.

te visitar na próxima semana!

at em grupo para a re

nião neste sábado! Faz tanto tem

sua cabeça. Ela procurou desajeitadamente

u reflexo. Uma estranha pálida, machuc

agens, suas palavras alegres e falsas,

perar para ve

vertido! E

ma última c

e, um lugar que só ela e Augusto conheciam. No

nos lábios. Do bolso, tirou uma delicada corrente

odos aqueles anos atrás. Ela economizou por meses para poder comprá-l

u". Em sua raiva e dor, ele o arran

ardou de

ar em um dos galhos da árvore. Um

la sussurrou ao vento. "Mas eu

o uma muda. Agora, era alta e

olhada, depois se

ao vento, como se ac

de classe a cumprimentaram calorosamente, seus

ouvimos que você estava trabalhan

desse responder,

ghes em seu braço. Eles eram

contraram os de Cora, e ela lhe deu

falando com ela ap

lmente" esbarrou em Cora. Naquele breve momento de conta

Ela agarrou o pulso de Helena.

a, seu aperto como um torno. "O que você pensa que está fazendo c

e. "Não é nada, Guto. Cora e e

m olhar de profunda suspeita. Ele puxou Helena

ra parecia um d

turma decidiu passar uma apresentação d

a turma de formatura sorriden

alhou, dep

m silêncio choca

havia um vídeo granulado e priva

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O Sacrifício Dela, O Ódio Cego Dele
O Sacrifício Dela, O Ódio Cego Dele
“Meu chefe, Augusto Ortega, me forçou a doar medula óssea para a noiva dele. Ela tinha medo de ficar com uma cicatriz. Durante sete anos, fui a assistente do menino com quem cresci, o homem que agora me desprezava. Mas a noiva dele, Helena, queria mais do que a minha medula; ela me queria fora do caminho. Ela me incriminou por quebrar um presente de vinte e cinco milhões de reais, e Augusto me fez ajoelhar nos cacos de cristal até meus joelhos sangrarem. Ela me incriminou por agressão em uma festa de gala, e ele me mandou prender, onde fui espancada até sangrar em uma cela. Então, para me punir por um vídeo de sexo que eu nunca vazei, ele sequestrou meus pais. Ele me fez assistir enquanto os pendurava em um guindaste em um arranha-céu inacabado, a centenas de metros de altura. Ele ligou para o meu celular, sua voz fria e presunçosa. "Já aprendeu sua lição, Cora? Está pronta para se desculpar?" Enquanto ele falava, a corda se partiu. Meus pais despencaram na escuridão. Uma calma aterrorizante tomou conta de mim. O gosto de sangue encheu minha boca, um sintoma da doença que ele nunca soube que eu tinha. Ele riu do outro lado da linha, um som cruel e feio. "Sinta-se à vontade para pular desse telhado se dói tanto. Seria um final apropriado para você." "Ok," eu sussurrei. E então, eu dei um passo para fora da beirada do prédio, em direção ao ar vazio.”
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