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Sua Obsessão Cruel, a Agonia Dela

Capítulo 4 

Palavras: 803    |    Lançado em: 22/08/2025

decepção. "Por que, Alina? Por que você faria algo

com uma tristeza fingida

ando, tornando-se duro e frio. "Você precisa a

a os guardas.

uas costas. Alina mordeu o lábio para não grita

ável de dor. Sua pele se abriu, seus músculos gritaram, mas

te. "Eu ainda te amo, Alina", ele disse, sua voz um murmú

ssurro fraco e rouc

avra, deixando-a com o

le viu um pequeno arranhão em seu braço e ficou furioso, ameaçando destruir a pessoa respon

r, um estranho frio e cruel usand

Lágrimas de raiva e desespero escorreram por seu rosto. Ela nunca

ele estava lá, sentado em um banquinho

apou de seus lábios. Cada centímetro

pensou. A violência, depois o arrependimento. "Eu sei que isso é difícil.

eu. Ela enfiou a mão no bolso de seu ves

la disse, sua voz um sussurro

fiança, concedendo-lhe uma porção significati

fia em mim, Caio", ela disse. "Que e

hos estavam fixos nela, cheios de uma necessidade deses

voz embargada de emoção. "Eu te d

etação em seus olhos. A calma dela,

oso com suas feridas. "Você é meu passarinho", ele murmurou

ivo, sua mente a um milhão de quilômet

onfiança. Era um acordo de divórcio irrevogável e uma transf

ela, suas risadas e gemidos ecoando pela mansão. Ele a levava aos restaurantes favoritos de

Ela precisava se despedir. Enquanto estava diante de suas lápides, uma c

sos atrás del

rguntou, um sorriso cruel em seu rosto.

ão doendo com uma dor prof

ilvo rancoroso. "Ele me disse que só está com você p

om você", disse Alina, sua voz plana. "Qu

-a com força. Alina tropeçou, seus pés escorregando na grama molhada. Ela caiu

o fico

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Sua Obsessão Cruel, a Agonia Dela
Sua Obsessão Cruel, a Agonia Dela
“Meu irmão mais novo, Ernesto, estava amarrado a uma cadeira de metal, convulsionando, seu rosto um azul fantasmagórico. Eu estava de joelhos, implorando a Caio Alcântara, o homem que um dia amei, para parar. Ele olhou para mim de cima, seu rosto bonito uma máscara de fria indiferença, e me ofereceu uma escolha: cem chibatadas para mim, ou Ernesto tomaria o meu lugar. Ele disse que Isabela, a mulher que era a minha cópia e por quem ele agora estava obcecado, precisava ser acalmada. Ele a chamava de sua "terapia", alegando que minha desobediência a perturbava. Eu o lembrei que Ernesto tinha fibrose cística, seu corpo já tão fraco, mas Caio zombou, dizendo que a dor dele era muito maior. Ernesto, mal consciente, sussurrou: "Não... não faça isso por mim." Mas eu concordei com o chicote, apenas pela medicação dele. A expressão de Caio se suavizou, me puxando para uma cruel ilusão de segurança. Então, seu sorriso desapareceu. "Você entendeu errado", ele sussurrou, seus olhos brilhando. "Você não escolhe quem leva a punição. Você só concorda com ela." Ele apontou para Ernesto. "Ele vai levar as chibatadas por você." Eu gritei, lutando para proteger meu irmão, mas Caio me segurou com força, pressionando meu rosto contra seu peito. Eu não podia ver, mas ouvi tudo: o estalo agudo do chicote, o baque surdo e doentio, o gemido sufocado de Ernesto. De novo e de novo. O homem que eu amava era um monstro, encontrando prazer na minha dor.”
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