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o 1 : A
ÃO DE
co
u sonho, mas voltar para o Brasil era como abrir uma gaveta cheia de
a certeza: meu irmão Pedro est
o mí
u deveria te
na calçada de desembarque, com três malas pe
mando mais uma m
consegue nem ser pontual pra
preto se aproxima. Era o carro
se exibindo com o carro dele. Porq
o carro, já me adian
aliviada, ajeitando as
de rock explode pelos alto-falantes, meu
? Não!
Ca
so
ritante e perigoso que ele carr
Uau... olh
inh
elido maldito.
ê o P
unto
pôde vir. Mandou o
nde c
ou vai ficar
ras malas indicando aquele trog
ão vai m
queci que v
sim
ancelha, já pro
ga as malas e joga no porta
nha roupa suficiente na
estar aqui. Segundo: são minhas r
e estar
ocê sendo grossa. Que re
gravo um áudio para Pedro, igno
irmã mais nova e você manda o Caio pra m
o está olhando pelo
e parece qu
pa na cab
Tá m
se carro, Caio. Vo
cê que é
ada u
vou contar pr
lhos. O Ped
ele sorriso ladino que me fa
lar, mas sinto o olhar dele sobre
lencio até que tá durando,
do do que pensa qua
elo carro, quase esto
rio
já ir
afinado de propósito
tento desligar o som, m
nsa niss
liga,
ela
...li
cima dele, tentand
e
de ser
de ser
vermelho. Meu joelho desmorona no banc
Ah
próximos, respirações misturadas,
ração
ão, nã
hos se en
a, como se aquilo fosse a coisa mais d
og
strondosa co
BIII
da por
ando para a
o o que v
e se jogou em
? Tá maluco? A
ele e ele dá ri
gressi
co, tentando acal
beijei
Ca
ara que sempre implicou comigo.
o pode estar
.
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