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A Traição do Amor: A Filha Oculta

Capítulo 2 

Palavras: 758    |    Lançado em: 10/09/2025

u pescoço. Era o meu medalhão. Um coraçãozinho prateado vaga

nto louco e impossível, pen

ado no mês passado, na mesa de jantar. "Isso te deix

o, o metal frio co

dele", eu

so importa? Quando você vai começar a pe

lhão entre os dedos enluvados. Eu reze

ida. Então sua expressão ficou vazia novame

de ter as digita

segurava. Meu coração, aquele que não batia mais, se par

ntrou na cena do crime, o maxilar travado, seus olhos varrendo a multidão de policiais. Ele parecia po

o rosto sombrio. "Que bagunç

"Sem identificação. O rosto está... b

eu precisava agora. A imprensa vai fazer a festa.

tamente penteado. Já estava pensand

am parados sobre meu cadáver, re

voz carregada de irritação, "a Lariss

ra o celular dela uma dúzia de vezes. Cai direto na caixa postal.

. Ela só está fazendo drama. Provavelmente se enfiou na casa de algum Zé Ninguém pra nos prov

ha desaparecida deles, enquanto meu corpo se decompunha a seus p

do mapa". Eu não e

ava be

dois

Artur Mendes, um amigo próximo da família.

os estressados para o lençol que agora cobria meu corp

s uma tragédia. Alguma pobre família está pr

erformance de simpatia para

stá tudo bem em casa?" Ele conhecia as tensões da nossa família. Tinha

sa. "Ela fugiu. De novo. Bem antes da final do João Vict

ivar até que a força da mi

ão de verdade. Sempre

quando me perdi na infância. Quando me encontraram anos depois, aquele espaço já estava ocupado. Eu voltei

nto, mas as palavras se perderam.

dest

ca

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A Traição do Amor: A Filha Oculta
A Traição do Amor: A Filha Oculta
“Como um fantasma, observei meus pais chegarem à cena do meu crime. Minha mãe, Diana, uma cirurgiã renomada, e meu pai, Caio, o Promotor de Justiça, estavam lá para dar consultoria sobre o assassinato brutal de uma jovem não identificada. Essa jovem era eu. Mas eles não sabiam. Para eles, eu era apenas um corpo desconhecido, um caso complicado e uma manchete inconveniente. Minha mãe examinou meu corpo quebrado com uma frieza assustadora, sua análise das feridas de tortura puramente clínica. Meu pai chegou, reclamando das consequências políticas e da má publicidade. A poucos metros do meu cadáver, eles discutiam sobre a filha "desaparecida" deles - eu. "Ela só está fazendo drama", meu pai zombou. "Provavelmente se enfiou na casa de algum Zé Ninguém pra nos provocar." Eles estavam mais preocupados com meu irmão adotivo, o garoto de ouro João Victor, e a final do campeonato que ele jogaria em breve. Eu era o problema da família em vida e, pelo visto, era um problema ainda maior na morte. A ironia era um peso físico. Eles estavam falando de mim, a filha perdida deles, enquanto meu corpo se decompunha a seus pés. Estavam cegos, envolvidos em suas vidas perfeitas e em seu amor pelo filho que orquestrou o meu fim. Mas eles iriam descobrir. O assassino cometeu um erro. Ele me forçou a engolir um minúsculo microchip de animal de estimação, uma pista registrada em meu nome. Um pedaço de evidência que não só me devolveria minha identidade, mas também exporia o monstro que eles chamavam de filho e reduziria seu mundo perfeito a cinzas.”
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