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Tarde demais para o perdão dele

Tarde demais para o perdão dele

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Capítulo 1 

Palavras: 1037    |    Lançado em: 23/09/2025

alvar a vida da minha irmã gêmea. Ele não olhou para mim enquanto expl

enas o meu rim que eles queriam. Era o meu noivo também. Ele me disse que

minha famíli

ou. "Anabela salvou a vida do seu pai! Ela deu um peda

e disse que se eu não fizesse parte da família, eu não

de transplante do nosso pai. Ela tomou o meu lugar, surgindo como uma heroína com uma cicatriz falsa, enquanto eu

mente não sabiam que uma doença rara já estava devas

rou mais tarde,

Aurora. El

rtava? Olhei para o homem que um dia me prometeu a ete

, eu disse

ítu

ista: Auro

sar, me pediu para salvar a vida da minha irmã. E

ntar em Curitiba. Seu maxilar estava tenso, um músculo se contraindo logo abaixo da orelha. A exaustão em seus olh

, como se tivesse engolido cascalho. "Os rins

rugido que eu não podia mais ignorar. Minha irmã gêmea, Anabela, a frágil boneca de porc

e ela precisa de um tra

olhar fixo nos papéis. As palavras no topo

do marcado por uma dor tão profunda que quase

isfarçada de desespero. Ele hesitou, a mão pairando no ar entre

ou, a voz ainda mais baixa. "Ela se sente... cu

nha garganta foi seco e oco. Anabela

mem tomando uma decisão difícil, mas necessária. Mas eu podia ver as rachaduras em sua armadur

quebrou. Não a exigência do meu órgão, nem mesmo os papéis de anulação. Foi a mentira. A mentira suave e

us olhos me implorando. "Depois que tudo isso a

romessa de um homem que estava me pedindo para

ção que não aguentava estresse. Ela era uma flor delicada que precisava de cuidados constantes, enquanto eu era a erva

o terminal. As palavras soavam clínicas, distantes, mas

nha um último desejo ante

alavras saindo em uma torrente de vergonha. "É... o últ

osa do me

to final de misericórdia por uma garota moribunda. "É só uma c

s, o gesto frenético. Ele estava sendo despedaçado e, em seu

igitado ao lado de uma linha em branco. O nome dele, Arthur

ivo e meu futuro. Tudo em uma única e limpa transação. E el

e eu podia senti-la, amarga

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Tarde demais para o perdão dele
Tarde demais para o perdão dele
“O homem que eu amava, o homem com quem eu ia me casar, me pediu para salvar a vida da minha irmã gêmea. Ele não olhou para mim enquanto explicava que os rins de Anabela estavam parando de funcionar completamente. Então, ele empurrou os papéis de anulação do noivado pela mesa. Não era apenas o meu rim que eles queriam. Era o meu noivo também. Ele me disse que o último desejo de Anabela era se casar com ele, mesmo que por um único dia. A reação da minha família foi brutal. "Depois de tudo que fizemos por você?", minha mãe berrou. "Anabela salvou a vida do seu pai! Ela deu um pedaço de si mesma! E você não pode fazer o mesmo por ela?" Meu pai estava ao lado dela, com o rosto sombrio. Ele me disse que se eu não fizesse parte da família, eu não pertencia à casa dele. Eu estava sendo expulsa. De novo. Eles não sabiam da verdade. Não sabiam que, cinco anos atrás, Anabela drogou meu café, me fazendo perder a cirurgia de transplante do nosso pai. Ela tomou o meu lugar, surgindo como uma heroína com uma cicatriz falsa, enquanto eu acordava em um hotelzinho barato na beira da estrada, taxada de covarde. O rim que pulsava dentro do meu pai era meu. Eles não sabiam que eu só tinha mais um rim. E certamente não sabiam que uma doença rara já estava devastando meu corpo, me dando apenas alguns meses de vida. Arthur me encontrou mais tarde, com a voz rouca. "Escolha, Aurora. Ela, ou você." Uma calma estranha tomou conta de mim. O que mais importava? Olhei para o homem que um dia me prometeu a eternidade e concordei em assinar minha sentença de morte. "Tudo bem", eu disse. "Eu faço."”
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